Tag Archives: Suécia

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Suécia no Airbnb

Suécia é o primeiro país a estar inteiro disponível no Airbnb

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Suécia no Airbnb, como assim?

Na Suécia a natureza não é apenas um pedaço de terra com árvores, lagos e falésias – as áreas verdes do país podem ser consideradas como uma “casa” com todas as comodidades que qualquer habitação deve ter.

Suécia no Airbnb

Foto por: Fredrik Broman/imagebank.sweden.se

É um lugar onde você pode colher os deliciosos “berries” no verão ou os exóticos cogumelos no outono, você pode dormir sob as estrelas ou sob a incrível Aurora Boreal, pode nadar nos lagos e circular livremente.

Para tornar esta “casa” disponível para todos, a Suécia anunciou o país inteiro na Airbnb.

Leia também: Onde ver a Aurora Boreal na Suécia

Suécia no Airbnb

Foto por: Lola Akinmade Åkerström/imagebank.sweden.se

A Suécia no Airbnb

Para entender a campanha precisamos falar sobre o Allemansrätten – ou Direito de Acesso Público (em tradução livre) – é um princípio protegido pela lei sueca que dá a todas as pessoas o direito de circular livremente na natureza do país.

Leia também: 9 motivos para você amar Estocolmo

Na Suécia você tem o direito de  fazer caminhadas, andar de bicicleta, esquiar e acampar em qualquer lugar, com exceção de propriedades privadas ou terras cultivadas.

Suécia no Airbnb

Foto por: Kristiina Kontoniemi/Folio/imagebank.sweden.se

Com este direito também vêm as responsabilidades. Você se torna responsável por cuidar da natureza e da vida selvagem e deve mostrar respeito e consideração pelos proprietários de terras e por outras pessoas que apreciam o campo. A Agência Sueca de Proteção Ambiental (EPA) resume o Direito de Acesso Público na frase “Não perturbe – Não destrua.”

Suécia no Airbnb

Foto por: Niclas Vestefjell/imagebank.sweden.se

Resumindo, o Direito de Acesso Público permite ao cidadão sueco a oportunidade de usufruir de tudo que a natureza do país disponibiliza.

Para espalhar a palavra e dar às pessoas de todo o mundo a oportunidade de experimentar esse Direito, a Suécia resolveu anunciar o país inteiro na Airbnb. Bacana, né?

 

Suécia no Airbnb

Foto por: Helena Wahlman/imagebank.sweden.se

De acordo com a lei de Livre Acesso você tem permissão para usufruir de qualquer terra, a uma distância imediata de 70 metros de uma casa privada ou terras cultivadas.

Seguindo esses requisitos você  pode acampar; fazer fogueiras; colher flores, cogumelos e berries; nadar nos lagos; acessar qualquer praia, desde que não estejam em residências particulares, e também é permitido pescar.

Leia também: A Suécia é oficialmente o melhor país do mundo, diz estudo.

Suécia no Airbnb

Foto por: Henrik Trygg/imagebank.sweden.se

Curiosa que sou, já fui verificar no Airbnb como o anúncio funciona na prática e  achei a campanha incrível. Diversas ilhas, arquipélagos e até florestas estão anunciadas no site de aluguel de hospedagem.

Fiquei surpresa porque mesmo morando na Suécia a mais de 4 anos descobri vários lugares que nunca tinha ouvido falar e que já estou super curiosa para conhecer.

Como por exemplo a Sandön (Ilha de Areia), uma ilha localizada na costa oeste do país, próxima a cidade de Gotemburgo. Um destino popular para turistas e nativos por conta de suas piscinas naturais, paredões que parecem esculturas e aves exóticas.

suécia no Airbnb

No anúncio do Airbnb reforça-se que o hóspede dever ser cuidadoso e respeitar a natureza do local.” As coisas que você deixa para trás são apenas os seus passos e as coisas que você leva são as memórias”.

Agora aperta o play e veja o belo video da campanha da Suécia no Airbnb.

E você, o que achou de encontrar a Suécia no Airbnb?

Fontes: Suécia no Airbnb

Freedom to Roam

Land of the free

As fotos desse texto foram retiradas do site Image Bank Sweden
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Biquini

Meus biquinis favoritos para o verão na Europa

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O verão é a estação mais esperada do ano na Europa. Depois de meses no frio, andando por aí de casacos e botas pesadas, ficamos todos a espera da primeira oportunidade para colocar roupas de banho e aproveitar as praias lindas do continente.

Balos Lagoon

Leia também: Balos Lagoon, a praia mais linda de Creta, na Grécia

E aí que nós brasileiras enfrentamos um pequeno “problema”. Temos um gosto diferente das europeias quando se trata de biquinis. E nem sempre é fácil encontrar pela Europa modelos parecidos com os quais estamos acostumadas no Brasil. Falo por experiência. =)

Até mostrei minha saga em busca de um biquini para trazer para nossa viagem a Miami no Instagram Stories @viajarpelaeuropa. Então resolvi dividir aqui o meu “achado”, a marca de roupas de praia Panos Empório.
biquini

Panos Emporio é uma marca sueca, que está a mais de 30 anos  no mercado e tem uma proposta bem interessante. Além do foco em inovação e na qualidade do material utilizado nas peças, apresentam uma grande variedade modelos que atendem a praticamento todos os estilos e gostos.

Vale dizer que a marca disponibiliza roupa de praia para o público feminino, masculino e também infantil.

Leia também: Meander, uma revolução na moda praia masculina

Se você já acompanha o Instragram @viajarpelaeuropa deve ter reparado que tenho usado bastante os biquinis Panos Emporio e estou amando. As peças foram um verdadeiro xodó na minha best prom dresses  e agora estão me fazendo companhia aqui em Miami.

Outro detalhe que me chama muito a atenção nas peças da marca Panos Emporio são as cores. As coleções sempre apresentam cores vibrantes e muitas estampas. Adoro cores que se sobressaem com o bronzeado do verão. 😀

biquini

No momento estou super apaixonada com maiôs, e o modelo Zöe, da nova coleção da marca provavelmente será minha próxima aquisição. Amei esse corte, com detalhes na na barriga e cintura. Acho que super combina com o verão na Europa.

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E você, tem alguma dica de marca de biquini na Europa?

Site oficial: Panos Empório


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parto na suécia

Cinco de agosto – relato do meu parto ba Suécia

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Nunca pensei que iria abrir meu coração de tal forma para falar sobre esse momento tão íntimo da minha vida. Mas acredito que o relato dessa experiência possa ser útil para você que está grávida ou pretende ter filho na Suécia.

Esse texto não terá fotos porque infelizmente minha gravidez não foi nada digna de editorial de revista. A realidade foi bem diferente…

Antes de falar do parto em si vou fazer um resumo dos meses da minha gestação, pois foi essa preparação que levou ao tipo de parto que eu escolhi no final das contas.

Relato do meu parto na Suécia

O primeiro filho traz muitas dúvidas e medos para a vida de uma mulher, e essas incertezas tomam proporções ainda maiores quando moramos “longe de casa”. Por isso é importante saber como “as coisas funcionam” no país onde moramos.

Na Suécia, o pré-natal é gratuito e feito no centro de saúde. Durante esse período temos o acompanhamento de uma enfermeira obstétrica. Aqui só vamos ter consulta com o médico propriamente se tivermos alguma complicação na gravidez.

O que faz todo sentido, já que gravidez em si não é doença, não é mesmo? As enfermeiras são preparadas para dar todo suporte necessário no pré-natal, até mesmo encaminhar para o médico se for necessário. Mas não são médicas.

Eu descobri que estava grávida bem no início da gestação, com apenas 3 semanas. Isso porque tive enjoos logo no início e assim foi até o 4º mês de gravidez. Comecei o meu acompanhamento no centro de saúde com a enfermeira (barnmorska em sueco) e depois fui encaminhada para a médica quando os enjoos pararam e deram lugar a uma terrível dor na região pélvica.

Nesse período descobrimos que eu tinha disfunção da sínfise púbica (foglossning), nome complicado que resumindo é uma dor pélvica muito comum na gravidez. Essa dor surge devido à pressão exercida pelo peso do bebê e ao desalinhamento e relaxamento das articulações da bacia. Geralmente a dor pélvica acontece no último trimestre de gestação, mas no meu caso começou no início do segundo, e as dores foram apenas complicando durante os meses. Ao ponto de eu andar de muletas e na maioria das vezes nem poder caminhar.

Além das dores em si, fiquei muito triste nesse período, principalmente porque por conta dessa disfunção eu tinha mais de 70% de chance de ser encaminhada para um parto cesário e eu não queria isso. Não era uma questão de orgulho ou para provar nada para ninguém, mas porque mesmo antes de pensar em ter filhos eu acreditava que o parto normal é a maneira mais natural de trazer um filho ao mundo. Além disso é o parto que tem mais vantagens para a saúde da mãe e do bebê.

Mas o fato é que eu passei meses com intensas dores na costas, que duram até hoje para falar a verdade, e eu passei minha gravidez praticamente toda fechada em casa.

Finalmente chegou o dia previsto para o nascimento da minha filha e nada aconteceu. Passou uma semana e nada. Eu tinha mais uma consulta marcada com minha enfermeira, uma consulta que fica agendada caso a criança não tenha nascido na data prevista.

Cheguei ao centro de saúde  nessa consulta extra e ao me ver a reação da enfermeira foi: “eu não esperava te ver aqui hoje”. Minha resposta foi o choro. Eu não aguentava mais estar grávida, morrendo de dores, sem poder sair de casa. Passei a consulta inteira chorando. Eu não queria nem ouvir quais eram os passos a seguir.

Na Suécia, em uma gravidez normal, esperariam até a semana 42 para só então fazer alguma intervenção que pode ser a indução do parto ou a cesárea. Depende de cada caso. Eu não estava preparada fisicamente nem psicologicamente para esperar mais mas também não queria “apelar” para a cesárea.

Nesses 15 dias que faltavam até a semana 42, o plano era: ultrassom para conferir se estava tudo bem com o bebê, mais uma consulta com a doula e por fim o encaminhamento para o hospital quando o “prazo” terminasse. Mas eu não aguentava mais. Então a doula atendeu meu pedido e ligou para o hospital para pedir uma intervenção.

Foi aí o início do meu parto humanizado. Parto que só tem intervenção médica quando for necessário para a saúde da mãe e do bebê e que respeita a vontade da grávida. E eu disse desde o início que só faria a cesárea em último caso.

Assim marcaram minha primeira visita ao hospital durante toda a gravidez. Era uma sexta-feira. Nessa consulta verificaram os batimentos cardíacos do bebê, fizeram o exame de toque e marcaram o dia para a indução do meu parto, que seria na segunda-feira seguinte. A esperança era de que as contrações começassem naturalmente durante o fim de semana.

Mas nada aconteceu…
Dia 4 de agosto de 2014, segunda-feria, cheguei ao hospital as 10horas da manhã. Nesse dia eu estava feliz da vida. Finalmente eu iria ver a minha filha e parar de sofrer de dores nas costas. Ah! Minha mãe também tinha chegado do Brasil e passaria um mês comigo. O que me deixou mais tranquila. 😀

Ao chegar ao hospital  a grande surpresa foi que, apesar de não ter sentido nenhuma contração no fim de semana, eu estava com 4cm de dilatação. O que também não quis dizer nada. Pois da hora que cheguei ao hospital até o nascimento da Nicole em si, passarem-se 23horas.

Fui encaminhada para o quarto onde eu ficaria até chegar o momento de ser levada para a sala de parto. Nesse quarto as enfermeiras/doulas faziam o monitoramento dos batimentos cardíacos da Nicole e também me davam o medicamente que induziria o parto.

Tomei a primeira dose do remédio. Horas se passaram e nada de contrações. Depois de outra dose… Nada de contrações ou dilatação.

Eu conversava com minha família e amigos no Whatsapp e brincava. “Tirando a velha dor nas costas nenhuma novidade. Esse forninho está tão bom que minha filha não quer saber de sair de dele”. Haha Era a piada do desespero.

Mais de 10 horas se passaram desde que dei entrada no hospital até que as 21:30 o bicho pegou. Comecei a sentir toda a dor das contrações de uma só vez.

Vale lembrar que na Suécia os pedidos da parturiente são atentidos e se algo não estiver de acordo com o que você espera eles devem fazer o possível para atender suas vontades. Outra coisa importante: o parto não será feito pela enfermeira que acompanhou seu pré-natal, e muito provavelmente a equipe vai mudar de turno se o seu parto for bem demorado, como foi o meu caso. Não é como no Brasil que geralmente o parto é feito pela médica(o) que fez o pré-natal.

Para mim isso não foi nenhum problema. Todas as doulas/enfermeiras que passaram por mim foram super atenciosas e gentis. Exceto uma delas, que na verdade nem foi rude, mas agia de uma forma mais fria, diferente das outras que foram carinhosas o tempo todo. Eu não gostei e nessa hora já estava dominada pelos hormônios e pela dor. Então eu me tranquei no banheiro e pedi ao Daniel que resolvesse o caso.

Ele gentilmente conversou com outra enfermeira da equipe que, sem questionar os motivos pediu para que a pessoa em questão saísse do meu quarto. E eu não tive mais nada do que reclamar.

Quero dizer… Exceto a demora para chegar finalmente a ser anestesiada.
Sim, porque na hora que a dor ficou realmente insuportável eu pedi a epidural. Eu queria parto normal mas nunca fui contra anestesia. Acho importante dizer que mesmo sendo a favor do parto normal devemos respeitar nossos limites. Minha dor nas costas junto com as contrações eram insuportáveis. Então, mesmo sabendo que a anestesia leva a um atraso no processo natural do parto eu quis ser anestesiada.

Só que a equipe da anestesia levou quase duas horas para chegar ao meu quarto, porque justo nesse dia o hospital estava com super-lotação de partos e acidentes. Nessa longa espera eu tive que me contentar com o tal “launghing gas”, o gás feliz, utilizado para aliviar as dores das contrações.

Eu fiquei tão desorientada com a dor e com o efeito desse gás, que ria descontroladamente. Tanto que o Daniel me perguntou: “tá doendo ou você está se divertindo”? E filmou a cena, claro. rs
Bom, quando a anestesista finalmente chegou eu me mexia tanto que a primeira tentativa de aplicar a anestesia falhou.

Ela perguntou: você quer que eu tente de novo? Obvio que sim, eu disse. Imagina! Aquela agulha não era nada perto das contrações. Logo a epidural funcionou  como um passe de mágica e eu virei um ser humano novamente. rs

E assim passamos a madrugada. Doses de anestesia, “gás feliz”, ginástica na bola de pilates, exercícios de respiração. Tudo isso em meio a uma mistura de sentimentos: emoção, medo, dor, ansiedade.

Até que chegou a enfermeira com a notícia esperada. “Está na hora”! A partir dali foram 40 minutos do processo de respira, faz força, empurra e faz tudo isso outra vez…

As 09:05 da manhã, do dia cinco de agosto de 2014, vi pela primeira vez a carinha da minha filha. E é realmente inexplicável a sensação de carregar um filho nos braços pela primeira vez. O mundo para. A dor desaparece. Parece que entramos em outra dimensão. Um momento muito mágico!

*****

O êxtase durou pouco tempo, pois tive uma complicação logo a seguir ao parto e fui encaminhada para uma sala de cirurgia. Nessa hora eu tive muito medo, sabe? Fui separada da Nicole apenas 6 minutos depois do seu nascimento. Mas eu senti que se algo acontecesse comigo eu tinha cumprido essa missão. Minha filha era perfeita e saudável e tinha um pai cuidadoso e minha mãe estava ali para apoiar no que fosse preciso.

Mas graças ao profissionalismo da equipe que cuidou do meu parto e pós-parto, poucas horas depois estávamos juntas novamente e eu já caminhava, quase sem dores nas costas com minha filha nos braços. <3

Hoje tenho a certeza de que tomei todas as decisões corretas. Ficamos bem e saudáveis e voltamos para casa 3 dias depois. Tive todos os meus desejos respeitados, fui bem acolhida e vou ser sempre uma defensora do parto humanizado.

Resolvi relatar minha história depois de tanto tempo para mostrar que não existe uma verdade absoluta, não existe um parto igual ao outro e nenhuma experiência será igual a outra. Mas acho que devemos nos informar, questionar imposições e nunca pensar que nossas dúvidas de mãe de primeira viagem são “coisas bobas”.

A blogueira Lu Ferreira, do blog Chata de Galocha, relatou sua mudança de médico quando descobriu a alta taxa de partos cesáreos feitos pela médica dela, na época já com 24 semanas de gravidez. Vale a pena ler a história dela aqui e também se informar sobre seus direitos.

Se você gostou desse tema e gostaria que eu falasse mais sobre ser mãe na Suécia deixe suas perguntas e sugestões aqui nos comentários. Vou adorar!

Acompanhe minhas aventuras de viagens com a Nicole e a vida na Suécia pelo Instagram @viajarpelaeuropa

E muito obrigada por ter acompanhado nossa história até aqui. 🙂


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A Suécia é oficialmente o “melhor” país do mundo, diz estudo

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A Suécia obtém o maior índice em parâmetros como qualidade de vida, igualdade social, saúde e bem-estar, ao mesmo tempo em que apresenta um bom desempenho cultural.

A pesquisa Good Country Index  leva em consideração 35 parâmetros de fontes como as Nações Unidas, para definir o melhor país do mundo.

Suécia

A Islândia aparece no topo da lista pela sua contribuição global para a protecção do planeta e do clima, incluindo baixas taxa de emissão de CO2 e produção mínima de poluição.

O Reino Unido está no topo da tabela quando se trata de ciência e tecnologia, esse ponto leva em conta publicações científicas e estudos, prêmios Nobel e patentes.

O índice sugere que a Suécia, em relação ao tamanho de sua economia, contrui mais e causa menos danos do que qualquer outro país.

Suécia

Foto por: Tove Freiij/imagebank.sweden.se

Leia também: Como funciona a jornada de trabalho de trabalho de 6 horas na Suécia

O relatório, que avalia as contribuições de um país para o planeta e para a humanidade em relação ao seu tamanho – medido em PIB – é a ideia do líder de orientação política Simon Anholt, cujo objetivo é “encontrar maneiras de encorajar os países a colaborarem mais e competirem”.

“Um bom país é aquele que contribui com êxito para o bem da humanidade, é claro que deve servir aos interesses do seu próprio povo, mas nunca à custa de outras populações ou de seus recursos naturais: esta é a nova lei da sobrevivência humana”, disse.

viagem de trem mais linda da Europa

Foto por – Bergen Tourist Board Girish Chouhan – visitBergen.com

Veja também: As 10 cidades mais lindas da Europa

Simon Anholt acrescentou ainda que o Reino Unido deve colaborar e cooperar mais com outros países: “[a Grã-Bretanha] não é apenas uma ilha desconectada do resto da Europa ou do resto do mundo. De um sistema. Se falhar, todos nós falhamos. ”
Apesar da adição de 38 países desde a primeira edição do índice, a Líbia voltou a ocupar o último lugar.

Texto original: Sweden officially the ‘goodest’ country in the world, study says
Fontes: The Good Country


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Como irritar um Sueco com comportamentos tipicamente brasileiros

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Brasil e Suécia têm costumes muito diferentes. Passei por alguns perrengues e paguei muitos micos até entender algumas regras de convivência social no país escandinavo. As diferenças começam pelo jeito de ser. Enquanto nós somos apaixonados e intensos, os suecos são formais e apreciam a organização.

Nós gostamos de calor humano, de abraços e beijos, e quando estamos empolgados com uma conversa geralmente falamos mais alto. Os suecos mantêm uma certa distância e nunca alteram o tom de voz. Nem se ganharem o prêmio Nobel (rs).

Refletindo sobre essas peculiaridades decidi fazer uma lista de como irritar um sueco e se divertir com essas diferenças culturais.

1. Abrace ou beije um sueco quando o conhecer

Os suecos acham muito estranho essa nossa mania de beijar na bochecha as pessoas que acabamos de conhecer. Eles preferem se apresentar dizendo o nome e oferecer um frio aperto de mão. Mas, calma! Os suecos não são tão gelados assim. O aperto de mão é um rito. Se você o encontrar novamente ele certamente vai te abraçar.

2. Gesticule e não faça sons enquanto o sueco fala

Brasileiros são apaixonados quando falam e costumam gesticular bastante. Os suecos não são assim. Na verdade, eles acham muito estranho quando alguém usa demais as mãos para se expressar. Entretanto, eles precisam saber que você está prestando atenção na conversa.

Como fazer isso? Bem, eles têm uma série de sons engraçados e palavras que, basicamente, significam “estou ouvindo”. Alguns exemplos são “jaha”, “nehe”, e até mesmo o som de quem toma um susto puxando o ar para dentro com a boca.

3. Chegue atrasado

Suecos odeiam atrasos. Pode ser apenas “cinco minutinhos”. Sabe aquela nossa mania de chegar em uma festa uma ou duas horas depois do horário marcado? Esqueça! Aqui, chega-se na hora e no minuto marcados.

Se o combinado é 3h30 na sua casa e um sueco estiver no local às 3h20, ele não vai tocar a sua campainha. Provavelmente dará uma volta no quarteirão para gastar esses dez minutinhos.

4. Entre de sapato na casa de alguém

Suecos são como os japoneses e em hipótese alguma usam os sapatos utilizados na rua para andar dentro de casa. Mesmo quando você for convidado para um jantar formal na casa de um sueco, precisará tirar os sapatos. Ou seja, use meias limpas e bonitas.

Até mesmo algumas empresas fazem a exigência de que os trabalhadores fiquem descalços no ambiente organizacional. Para frequentar uma academia, você precisa ter um tênis que não tenha sido usado na rua.

5. Chegue de mãos vazias quando for convidado para um jantar

Suecos são formais até mesmo com amigos próximos. Quando se convida pessoas para um almoço ou jantar em casa, é de bom tom levar flores ou vinho.

Leia também: 9 curiosidades sobre a vida na Suécia

6. Não agradeça pela comida ou pela visita do dia anterior

Todos os dias, meu noivo fala “tack för maten” que significa “obrigado pela refeição”. Inicialmente, achei que ele estivesse tirando onda com a minha cara (rs). Mas, na verdade, todos os suecos fazem o mesmo, quase como um mantra.

7. Fure fila

Se tem uma coisa que suecos levam à sério, essa coisa é fila! Suecos não demonstram muitas emoções, sejam elas boas ou ruins. Mas haverá duas situações em que você poderá ver um sueco perder as estribeiras: quando presenciarem alguém gritando ou batendo em crianças e quando perceberem alguém furando fila.

Aliás, sabe aquele nosso costume de guardar fila para o amigo? Não traga essa mania para cá. (rs)

8. Fale alto

Sabe aquele almoço de família em que todo mundo fala junto gritando, mas todos se entendem? Pois é, isso, definitivamente, não faz parte da realidade sueca. Eles não suportam gritaria e vão te falar para baixar o tom de voz assim que você pensar em falar mais alto.

9. Chegue muito perto do sueco

Muitos países europeus têm a regra do “espaço pessoal” que nada mais é que a circunferência que se faz com seu braço em volta de si mesmo. Suecos vão achar que você não bate bem se invadir esse espaço sagrado.

10. Toque música alta na festa

O décimo comportamento brasileiro não irrita um sueco, mas é algo que os intriga bastante. Vocês já imaginaram uma festa no Brasil sem música? Impossível, não é? Bem, na Suécia isso é bem normal, embora muito estranho.

É difícil convidar suecos e fazer da sua casa uma balada porque eles vão achar isso bem estranho. E acredite, ninguém vai dançar a não ser que esteja bêbado.

O jeito é preparar umas caipirinhas bem fortes para ver se esses vikings fofos se soltam um pouco, né?
E você, já conseguiu irritoar os sueco com manias tipicamente brasileiras? Conte nos comentários e não me deixe passar vergonha sozinha. haha

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Marca de luxo faz cópia das famosas sacolas azuis do IKEA e vira assunto na Internet

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Balenciaga faz bolsa inspirada nas sacolas do Ikea e vende por 2.145 dólares, cerca de R$6.750,00 e a resposta da marca sueca é hilária.

A marca de moda de luxo Balenciaga lançou uma bolsa azul que tem uma semelhança impressionante com o icônico saco Frakta da loja de móveis sueca, IKEA, mas o preço é claro, é significativamente maior.

A semelhança entre as bolsas é marcante. Tamanho, estilo das alças e principalmente a cor azul, ícone da sacola, geralmente utilizada para compras nas lojas Ikea.

Enquanto muitas empresas veriam isso como um escândalo, a marca sueca manteve o bom humor – alegando estar “extremamente lisonjeada” pelo projeto Balenciaga.

Ikea

Nas redes sociais a resposta da marca sueca foi ainda mais hilária e fez a alegria da Internet. No Instagram da marca publicaram uma foto da famosa bolsa azul Frakta com a seguinte legenda:

A It-bag deste primavera está aqui! Às vezes é fácil manter-se na moda. Com a gente, torna-se R$6748,00 mais barato. Saco de transporte, 5 SEK / cada cerca de R$2,00.

Leia também: Por que eu amo morar na Suécia?

O Internautas também não deixaram passar a oportunidade e o assunto  viralizou. Praticamente todos apontaram a impressionante semelhança entre a bolsa de luxo e a sacola da loja de móveis.

E você, o que achou dessa polêmica? Usaria a bolsa de luxo depois dessa?

Acompanhe meu dia a dia em Estocolmo, capital da Suécia através do Instagram @viajarpelaeuropa.

Fontes: The Local Sweden

Dezeen.com


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9 Curiosidades sobre a Suécia

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1 – A Suécia faz parte da União Européia, mas não aderiu a Zona Euro. A moeda oficial é a Coroa Sueca, o valor 10 SEK (Svenka Kronor) equivale a aproximadamente 1. Lembre-se de conferir a cotação e trocar euro ou real por coroas suecas antes da sua viagem.

2 –  Para entrar em casa, além de tirar casacos, cachecol e chapéu, também deve-se tirar o sapato. O mesmo vale se entrar na casa dos outros!  Além da casa esta regra aplica-se a locais públicos como: academia, escolas e centros de saúde, todo mundo deixa os sapatos na entrada.

Suécia

Foto por: Melker Dahlstrand/imagebank.sweden.se

3 – O horário de jantar dos suecos é entre às 16h e 18h. O que se justifica já que no inverno à noite começa antes das 3horas da tarde.

Suécia

Carolina Romare/imagebank.sweden.se

4 –  O cumprimento é um aperto de mão e um olhar profundo nos olhos das pessoas com a entonação do seu nome. Nada de dois beijinhos e abraços.

Suécia

Foto por: Ulf Lundin/imagebank.sweden.se

5 – Todos andam de metro, até mesmo os políticos.

Suécia

Foto por: Melker Dahlstrand/imagebank.sweden.se

6 – Para entrar no metro a regra da boa convivência diz que devemos esperar todo mundo que vai sair primeiro e só então é que podemos entrar.

Suécia

Foto por: Simon Paulin/imagebank.sweden.se

7 – Na escada rolante quem vai ficar parado fica do lado direito para que quem estiver mais apressado possa andar mais rápido, subindo as escadas pelo lado esquerdo.

8 – A vida noturna em Estocolmo começa cedo, geralmente entre às 17h e 18h quando os suecos saem do trabalho e vão para os bares. As baladas abrem por volta das 22h e fecham por volta das 03h.

Suécia

Foto por: Tove Freiij/imagebank.sweden.se

9 – A venda de bebidas alcoolicas é exclusiva das lojas estatais chamadas Systembolaget. Na hora de efetuar a compra é necesário apresentar um documento de identidade, independente se você tiver 21 ou 50 anos.

Suécia

Foto por: Janus Langhorn/imagebank.sweden.se

Estas lojas também possuem um horário restrito  e não abre aos domingos e nem feriados.

Também fiz um vídeo contando mais 10 curiosidades que você precisa saber sobre a Suécia. Aperte o play agora e me diz o que achou.  =)


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Jornada de trabalho de seis horas

Será que a jornada de trabalho de seis horas na Suécia funciona?

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Os suecos mais uma vez saem na frente quando o assunto são experimentos sociais. Atentos ao fato de que nenhum trabalhador consegue produzir da mesma forma durante oito horas de trabalho, a Toyota da cidade de Gotemburgo, segunda maior cidade da Suécia, resolveu implantar a jornada de trabalho de seis horas por dia, mantendo a remuneração.

Entrevistei o diretor-geral da empresa, Martin Banck, que contou que desde a implementação da nova carga horária de trabalho e empresa apenas tem notado melhorias tanto na produção quanto nos lucros.

“Começamos com esse experimento em 2002 e até hoje só colhemos bons frutos. Isso pode parecer bom demais para ser verdade, mas trabalhar em uma oficina de reparação de automóveis é pesado, e nós percebemos que a equipe trabalhava de forma mais eficaz durante seis horas. Então não havia nenhuma razão para que eles ficassem aqui mais do que o necessário”, explica o diretor-geral da empresa, Martin Banck.

Jornada de trabalho de seis horas na Suécia

A mudança foi adotada apenas para teste, mas logo se tornou permanente. De 103 funcionários contratados, 36 trabalham com carga horária reduzida, justamente aqueles que utilizam a força física. A partir da alteração, a empresa se surpreendeu com outro benefício: a redução da apresentação de atestados médicos.

Na oficina da Toyota, uma equipe trabalha das 6h às 12h30, com o sagrado intervalo de 30 minutos para o fika, palavra sueca que define o momento em que as pessoas tomam um café acompanhado de algum dos deliciosos doces típicos e socializam com amigos ou colegas de trabalho.


A outra equipe trabalha à tarde. A cada duas semanas, os funcionários mudam de turno para que a divisão seja justa. A grade de trabalho inclui algumas horas no fim de semana, mas o salário extra é devidamente negociado. “Outra consequência dessa mudança foi um aumento no número de clientes. As pessoas perceberam mais agilidade no trabalho e, por isso, nós passamos a ter preferência,” comenta o diretor, que confessa não ter esperado por isso.

Jornada de trabalho de seis horas

Ao ser questionado sobre os custos da mudança, Banck é direto. “Isso não é algo que fazemos por diversão. Somos uma empresa com fins lucrativos. Temos que ganhar dinheiro como qualquer negócio”. Ele aponta que, mesmo com o aumento da procura, a empresa não teve necessidade de investir em novas dependências, já que dois funcionários dividem o posto e as ferramentas de trabalho.

“Recebemos muitas visitas de empresários que acham os resultados impressionantes, mas, na hora de aplicar a experiência nas próprias empresas, eles se sentem receosos. No meu modo de ver, qualquer empresário que pense um pouco ‘fora da caixa’ vai entender que estar atento às necessidades dos funcionários só traz benefícios”, conclui.

Jornada de trabalho de seis horas

Para a Diretora de Gestão da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Marise Drumond, a experiência promovida pela Toyota poderia ser viável no Brasil desde que houvesse uma mudança nas relações de trabalho e muita maturidade do empregador e do empregado. “A compreensão do negócio e de resultados deveria caminhar na mesma linha da qualidade de vida e da satisfação profissional e pessoal”, ressalta.

Agora me conta, você acha que essa jornada de trabalho de seis horas seria viável no Brasil?


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Estocolmo registra a maior nevasca em um dia de novembro em 111 anos. O que isso significa na prática?

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Quando pensamos no inverno na Europa, sempre nos vem à mente o romantismo e os esportes legais que podem ser praticados na neve, não é mesmo? Mas para quem não está de férias e vive em um país europeu onde a neve “dá as caras”, sair de casa para ir ao trabalho é, muitas vezes, um grande transtorno. Imagine a dificuldade que isso representa quando acontecem nevascas!

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Pois é. Ontem, cerca de 30 centímetros de neve caíram em cada metro quadrado de Estocolmo. Foi a maior queda de neve registrada na capital sueca em um dia de novembro, desde 1905. Os dados são do Instituto de Meteorologia da Suécia (SMHI).

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A queda de neve repentina gerou enormes problemas para muitos passageiros em Estocolmo. Muitos ônibus em toda a cidade foram cancelados, e os motoristas foram forçados a abandonar os carros na auto-estrada. Várias pessoas relataram ter ficado presas em veículos por dez horas,… imaginem vocês!

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No subúrbio de Järfälla, o operador de transportes públicos Nobina substituiu os autocarros por barcos que levavam passageiros de Klara Mälarstrand, no centro de Estocolmo, para Jakobsberg e Kallhäll.

Às 3h da madrugada desta quinta-feira, as autoridades de trânsito ainda trabalhavam no resgate de veículos que ficaram presos na neve. A população foi orientada a deixar os carros em casa e se locomover ao trabalho de outras formas. A SL, operadora dos transportes públicos da cidade, informou que os atrasos, especialmente nas linhas de ônibus, iriam continuar no dia de hoje. Por isso, muitas empresas aconselharam seus funcionários a trabalhar em casa, como aconteceu comigo.

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Quem se arriscou a sair enfrentou atrasos e lotação máxima nos transportes públicos. Na hora de voltar para casa, muitas pessoas optaram por caminhar. A Vanessa levou cerca de três horas em um percurso que duraria 30 minutos.

O transtorno causado pela nevasca continua. Muitos atrasos no transporte e muita lama gelada nas ruas. Mostrei a minha saga para ir trabalhar no snapchat gi-vpeuropa.

Enfrentei uma espera de 30 minutos e sofri muitos escorregões até chegar ao trabalho. Aliás, as quedas são muito comuns nessa época do ano. Os hospitais registram um grande número de lesões causadas por esse tipo de acidente. É preciso ter muito cuidado!

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Já escrevi sobre “como sobreviver ao inverno” aqui no blog. O post traz várias dicas práticas para evitar acidentes. Também estou produzindo um vídeo para o nosso canal no Youtube, dando dicas de como se vestir no inverno na Europa. Se inscreva para ficar por dentro de todos os meus truques. 😉

É isso, meus amores! Neve não é só glamour, mas a gente se diverte assim mesmo, né? [risos]

E você, já enfrentou esse tipo de caos causado pela neve?

Alguns trechos desse texto foram retirados do jornal The Local Sweden.

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8 motivos que pelos quais eu amo Morar na Suécia!

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Dia 6 de Junho é celebrado o dia Nacional da Suécia,  Sveriges nationaldag, em sueco.  O dia é marcado por muitas festas e atos cívicos, tipo o 7 de setembro no Brasil, sabe?

Então, para comemorar essa data nós, Blogueiros Brasileiros na Escandinávia, estamos fazendo uma blogagem coletiva, onde cada blogueiro apresenta um post sobre a vida na Suécia. E eu escolhi declarar ainda mais o meu amor por esse país que me acolheu tão bem.

Veja só porque eu amo morar na Suécia!

1- Transporte público

O tranposte público é um dos principais fatores que me fazem amar a vida na Suécia. Nada como poder contar com um sistema de transporte eficiente, em que você se locomove rapidamente para todos os cantos da cidade e com segurança. A qualidade no transporte público é um fator que contruibui para a dimuinução da poluição e afeta diretamente a qualidade de vida. Acho essencial não perder horas do meu dia indo e vindo do trabalho. Assim tenho mais tempo para o lazer e outras tarefas. Perfeito, né!

Foto por - Staffan Eliasson - visitstockholm.com

Foto por – Staffan Eliasson – visitstockholm.com

2- Qualidade de vida

De acordo com Mercer, uma companhia global voltada aos recursos humanos, Estocolmo ocupa o 19º lugar na lista das cidades com melhor qualidade de vida no mundo. Para elaborar a lista, são utilizados dez critérios com pesos diferentes, que incluem: segurança, incidência de doenças e qualidade de serviços médicos, educação e entretenimento. Outros pontos avaliados são acesso à moradia, qualidade do ar e problemas de transporte, como congestionamentos.

Parque Gröna Lund - Na Ilha de Djugården em Estocolmo - Foto por: Gisele Almeida

Parque Gröna Lund – Na Ilha de Djugården em Estocolmo – Foto por: Gisele Almeida

E esses não são apenas dados e números, o fato de Estocolmo estar em os primeiros 20 lugares, como uma das cidades com melhor qualidade de vida do mundo reflete diretamente no modo como vivemos aqui. Uma cidade que proporciona serviços eficientes faz com que a vida dos seus cidadãos seja mais harmônica. Você se sente seguro, em todos os aspectos.

3- Segurança

A Suécia é um dos países mais seguros para viver ou visitar. A taxa de criminalidade no país é uma das mais baixas da Europa. Na prática, desde que mudei para a Suécia sinto um certo alívio em poder andar pela rua, sozinha, a qualquer hora do dia ou da noite, sem medo de sofrer algum tipo de violência. Não preciso andar correndo, segurando forte a bolsa com medo de ser assaltada.

look do dia - Gisele em Gamla Stan - Stockholm

4- Igualdade de gênero

Homens e mulheres são criados e educados da mesma forma. Na escola meninos e meninas, além das disciplinas curriculares, aprendem a lidar com afazeres domésticos, como: cozinhar, lavar, costurar. E não existe brincadeira para menino e menina. Uma educação que se reflete em outros setores da sociedade. Além disso a Suécia tem o primeiro governo feminista do mundo, o país tem 23 ministérios, e 12 deles são ocupados por mulheres, inclusive o Ministério da Cultura.

Ministros da Suécia - Foto por - Kristian Pohl

5- Educação de qualidade e gratuita

De acordo com a Lei, na Suécia, todas as crianças e jovens devem ter acesso igual à educação. “A educação deve fornecer os alunos conhecimento epromover o seu desenvolvimento harmonioso e torná-los seres humanos responsáveis e membros da comunidade”.

Foto port: Ann-Sofi Rosenkvist/imagebank.sweden.se

Foto port: Ann-Sofi Rosenkvist/imagebank.sweden.se

Na Suécia, a freqüência escolar é obrigatória para todas as crianças com idades entre 7-16. A idade em que as crianças podem começar a escola é flexível: a criança pode começar a escola como um 6, 7 ou 8 anos de idade. escolaridade obrigatória é gratuita. O Ensino Superior, bem como outros cursos de especialização também são gratuitos no país.

A gratuidade da educação faz com que todos tenham oportunidades iguais, independente do poder aquisitivo.

6- Respeito

A cultura sueca é baseada no respeito ao outro e ao espaço do outro. Muitas vezes eles são considerados “frios” por isso. Mas a verdade é que respeitar o seu espaço e o do outro faz com a vida em sociedade seja mais harmoniosa. O maior exemplo disso, na minha opinão é poder andar na rua sem me preocupar em com assovios ou assédio. Não sinto minha privacidade invadida e nem medo de andar pela rua por ser mulher. Uma liberdade que não tem preço!

Veja também meu vídeo: Quem sou eu e porque eu vim morar em Estocolmo.

7- Meio ambiente

Os suecos respeitam muito o meio-ambiente e é um país incrivelmente verde. Mesmo Estocolmo, a capital e maior cidade do país é cercada de áreas verdes por todos os lados. As pessoas fazem caminhadas, picnics e aproveitam muito a vida ao ar livre, mas no fim do passeio todo mundo cuida do seu próprio lixo. Dessa forma as cidades, praças e parques estão sempre limpos.

Churrasco em Rålambshovsparken, Estocolmo.

Churrasco em Rålambshovsparken, Estocolmo.

8 – Suas competências são valorizadas

Desde a pré-escola, as crianças são incentivadas a desenvolver as suas próprias habilidades. Elas vão testar e na prática, desenvolver suas aptidões se dedicando a tarefas com as quais têm mais afinidade. No mercado de trabalho as suas preferências, habilidades e competências também são valorizadas. De uma forma geral, na Suécia, as pessoas trabalham com aquilo que elas gostam de fazer.

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E agora me conta, você também gostaria de morar na Suécia?

Agora conheça outros Blogueiros Brasileiros na Escandinávia

Priscila de Albuquerque: Chá de Amenidades

Rafaela Nascimento: Suécia, queridos.

Victória Freitas: Morando na Suécia

***

Fontes: Governo da Suécia: Igualdade de Gênero

Suécia: Primeiro Governo Feminista do mundo.

Cidades com melhor qualidade de vida do mundo.

Sweden Abroad: Educação na Suécia


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amar Estocolmo

Video – Mais curiosidades sobre a Suécia

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Olá pessoal,

fico super feliz em saber que vocês estão gostando de conhecer um pouco da cultura e da vida na Suécia  porque eu adoro compartilhar essas histórias com vocês.

Do nosso bate-papo no snapchat (segue lá: gi-vpeuropa), saiu a ideia para esse video bem discontraído, em que falo sobre comidas típicas, a paixão por café, algumas “fofocas” sobre o rei da Suécia e até mesmo uma polêmica sobre banho. haha

Aperte o play e se divirta!  Ah! Depois me conte o que achou, tá?


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Video – Como procurar trabalho na Suécia

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Olá pessoal,

fiz esse video com muito carinho para vocês que sempre mandam mensagens perguntando “Como procurar trabalho na Suécia”!

Eu fiz um relato bem detalhado das etapas que praticamente todos os imigrantes que se mudam para a Suécia devem passar, ou pelo menos deveriam. Deixei todas as dicas que foram úteis para mim e também coisas que eu aprendi nesses anos morando em Estocolmo.

Tudo bem explicandinho do jeito que eu gostaria que alguém tivesse feito por mim quando eu cheguei aqui.

Aperte o play e espero que gostem! 😀

E você, também tem alguma dica sobre procurar trabalho na Suécia? Conta para gente vai! 😀


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