Category Archives: Europa Norte

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30 graus na Suécia

Temperatura pode chegar aos 30 graus na Suécia neste fim de semana

E quando faz 30 graus na Suécia precisamos comemorar!

Boa notícia para quem mora ou está de viagem marcada para o país escandinavo. Finalmente podemos tirar o protetor solar e as havaianas do armário, pois parece que dessa vez o verão está chegando. Altas temperaturas estão previstas para grande parte do país neste fim de semana.

De acordo com o SMHI (Instituto de Metereologia da Suécia) uma onda de ar quente, vinda do sul da Europa, chegará em breve a Suécia. A previsão é de que quase todas as regiões do país tenham altas temperaturas, podendo inclusive chegar aos 30 graus em algumas regiões.

Infelizmente a boa notícia não é para todos. Ainda de acordo com SMHI, o domingo será um dia grandes contrastes. Enquanto nas regiões do sul do país os termômetros poderão marcar até a 30 graus, em Norrland o tempo continua instável, com possibilidade de chuva e até mesmo queda de neve.

Leia também: 8 motivos para você visitar Estocolmo no verão

Mas para quem mora em Estocolmo e teve uma primavera com queda de neve até a segunda semana de maio estamos no direito de celebrar.

Mas atenção, se você pretende fazer churrasco no parque, é preciso ter cuidado! As altas temperaturas aliadas ao tempo seco aumentam o risco de incêndios,o alerta é do Instituto de Metereologia.

Você sabia que a Suécia é o primeiro país a estar inteiro disponível no Airbnb?

No mais temos mesmo é que aproveitar para colocar a cara no sol e comemorar o fim de semana de calor. Afinal tudo que é bom dura pouco e a partir de segunda-feira voltaremos a programacão normal típica da Suécia. As temperaturas voltam para a casa dos 15 graus e também existe a possibilidade de chuva.

30 graus na Suécia

E você, tem planos para o fim de semana de 30 graus na Suécia?

Fontes: The LocalSMHI

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Suécia no Airbnb

Suécia é o primeiro país a estar inteiro disponível no Airbnb

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Suécia no Airbnb, como assim?

Na Suécia a natureza não é apenas um pedaço de terra com árvores, lagos e falésias – as áreas verdes do país podem ser consideradas como uma “casa” com todas as comodidades que qualquer habitação deve ter.

Suécia no Airbnb

Foto por: Fredrik Broman/imagebank.sweden.se

É um lugar onde você pode colher os deliciosos “berries” no verão ou os exóticos cogumelos no outono, você pode dormir sob as estrelas ou sob a incrível Aurora Boreal, pode nadar nos lagos e circular livremente.

Para tornar esta “casa” disponível para todos, a Suécia anunciou o país inteiro na Airbnb.

Leia também: Onde ver a Aurora Boreal na Suécia

Suécia no Airbnb

Foto por: Lola Akinmade Åkerström/imagebank.sweden.se

A Suécia no Airbnb

Para entender a campanha precisamos falar sobre o Allemansrätten – ou Direito de Acesso Público (em tradução livre) – é um princípio protegido pela lei sueca que dá a todas as pessoas o direito de circular livremente na natureza do país.

Leia também: 9 motivos para você amar Estocolmo

Na Suécia você tem o direito de  fazer caminhadas, andar de bicicleta, esquiar e acampar em qualquer lugar, com exceção de propriedades privadas ou terras cultivadas.

Suécia no Airbnb

Foto por: Kristiina Kontoniemi/Folio/imagebank.sweden.se

Com este direito também vêm as responsabilidades. Você se torna responsável por cuidar da natureza e da vida selvagem e deve mostrar respeito e consideração pelos proprietários de terras e por outras pessoas que apreciam o campo. A Agência Sueca de Proteção Ambiental (EPA) resume o Direito de Acesso Público na frase “Não perturbe – Não destrua.”

Suécia no Airbnb

Foto por: Niclas Vestefjell/imagebank.sweden.se

Resumindo, o Direito de Acesso Público permite ao cidadão sueco a oportunidade de usufruir de tudo que a natureza do país disponibiliza.

Para espalhar a palavra e dar às pessoas de todo o mundo a oportunidade de experimentar esse Direito, a Suécia resolveu anunciar o país inteiro na Airbnb. Bacana, né?

 

Suécia no Airbnb

Foto por: Helena Wahlman/imagebank.sweden.se

De acordo com a lei de Livre Acesso você tem permissão para usufruir de qualquer terra, a uma distância imediata de 70 metros de uma casa privada ou terras cultivadas.

Seguindo esses requisitos você  pode acampar; fazer fogueiras; colher flores, cogumelos e berries; nadar nos lagos; acessar qualquer praia, desde que não estejam em residências particulares, e também é permitido pescar.

Leia também: A Suécia é oficialmente o melhor país do mundo, diz estudo.

Suécia no Airbnb

Foto por: Henrik Trygg/imagebank.sweden.se

Curiosa que sou, já fui verificar no Airbnb como o anúncio funciona na prática e  achei a campanha incrível. Diversas ilhas, arquipélagos e até florestas estão anunciadas no site de aluguel de hospedagem.

Fiquei surpresa porque mesmo morando na Suécia a mais de 4 anos descobri vários lugares que nunca tinha ouvido falar e que já estou super curiosa para conhecer.

Como por exemplo a Sandön (Ilha de Areia), uma ilha localizada na costa oeste do país, próxima a cidade de Gotemburgo. Um destino popular para turistas e nativos por conta de suas piscinas naturais, paredões que parecem esculturas e aves exóticas.

suécia no Airbnb

No anúncio do Airbnb reforça-se que o hóspede dever ser cuidadoso e respeitar a natureza do local.” As coisas que você deixa para trás são apenas os seus passos e as coisas que você leva são as memórias”.

Agora aperta o play e veja o belo video da campanha da Suécia no Airbnb.

E você, o que achou de encontrar a Suécia no Airbnb?

Fontes: Suécia no Airbnb

Freedom to Roam

Land of the free

As fotos desse texto foram retiradas do site Image Bank Sweden

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Morar na Noruega, vale a pena ?

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Descubra os prós e contras de morar na Noruega

A Noruega está entre os melhores países para se viver, liderando há alguns anos o ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), levantamento que “mede” o progresso das nações, analisando aspectos como a economia, a educação e a expectativa de vida.

Liderar esse ranking, é claro, chama a atenção de muitas pessoas, inclusive a de brasileiros. Muita gente fica interessada e passa a sonhar em se mudar para cá. Mas será que vale mesmo a pena morar na Noruega ?

morar na noruega

Foto: Eduardo Grund /Region Stavanger

Em breve completarei dois anos morando em Stavanger e nesse tempo tem sido comum perguntas relacionadas a viver aqui. Então resolvi escrever sobre as minhas impressões: se é bom, se vale a pena.

Leia também: O que visitar em Stavanger a cidade em que eu moro.

Eu adoro morar na Noruega, contudo conheci brasileiros que não gostam e se dizem infelizes em terras norueguesas. Então acho que sempre deve-se avaliar e ponderar os pontos positivos e negativos de cada lugar e perceber o que realmente te faz feliz ou não.

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Foto: CH – lunss.com

Primeiro de tudo, lembre-se que ao mudar, você deixará para trás família e amigos, terá que aprender a conviver com a saudade e a distância. É bem possível que você perca muitas datas comemorativas: aniversários, nascimentos, casamentos de amigos e familiares. Mas hoje em dia, com o avanço da tecnologia, as redes sociais fazem essa distância diminuir um pouquinho. Imagina como era no tempo de nossos pais e avós? Não tinha internet e telefone era caríssimo, que dirá para o exterior.

Outro fator que pode incomodar muito é abandonar o calor das terras tropicais para encarar as temperaturas gélidas escandinavas. Muitos brasileiros sofrem com o frio e a escuridão, principalmente no outono e inverno, e sentem falta da praia, do calorão brasileiro. Particularmente, eu não sinto tanto do calor, mas sinto, sim, muita falta do sol, de andar de bermuda, camisetas e chinelo. É, inclusive, pela falta de sol por aqui que é recomendado que os moradores da região escandinava tomem complemento de vitamina D. A falta dela gera cansaço e desânimo.

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No inverno as temperaturas podem variar entre 5ºC a -15ºC, pode ser até menos se você estiver mais ao Norte do país. No verão os termômetros ficam entre 5ºC e 25ºC nos dias mais quentes. Aí você pode pensar: “Poxa, é frio para caramba!”. Bem, depende! Há um ditado por aqui que diz que não existe tempo ruim e sim roupa inapropriada. E se você tem dúvidas de como se vestir no inverno europeu tem que ler esse post que dei varias dicas para não passar sufoco no frio.

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Foto: Eduardo Grund / regionstavanger.com

A Noruega também é conhecida pela alta carga tributária. Já vi muitos comentários na internet criticando isso, mas eu não vejo mal em ter muitos impostos quando os serviços públicos oferecidos, como educação, saúde, transporte e segurança, são de boa qualidade. No Brasil, temos muitos impostos e os serviços públicos não correspondem às necessidades da maioria das pessoas que deles dependem. Mas não quero aqui entrar em polêmica.

Por conta do clima e dos altos impostos, aquele nosso hábito de ir ao barzinho com os amigos depois do trabalho não é muito comum por aqui. Assim como sair para comer fora. Outro costume muito típico da Noruega e dos demais países da Escandinávia é que tudo sempre é marcado com certa antecedência. Não há improviso ou eventos marcados em cima da hora. Não espere ouvir de um amigo norueguês algo do tipo: “Está ensolarado. Então passa lá em casa mais tarde para fazermos um churrasco”. Nunca! Se calhar de o sol sair no domingo, piorou, porque lojas e supermercados não abrem aos domingos. Você pode sentir falta daquela festa e socialização brasileira. Nada melhor que fazer amizades com brasileiros por aqui para quebrar toda essa formalidade norueguesa!

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Foto: Eduardo Grund /Region Stavanger

Outra dúvida é se os noruegueses são frios. Bem, sempre digo que eles não são frios, eles são mais reservados, têm medo de invadir a privacidade da pessoa e, por isso, acabam sendo mais fechados. Obviamente eles não são calorosos como nós. Não espere ser convidado para casa de um norueguês com pouco tempo de contato. Outra característica marcante desse povo é a tranquilidade. Eles são também, sem dúvidas, menos estressados que nós, brasileiros rs.

Leia também: 15 curiosidades da Noruega

Por aqui, o índice de escolaridade é alta! Todos, em sua maioria quase que absoluta, estudam em escolas públicas. O serviço de saúde também é público. Já estive internada por uma semana aqui e não tenho nada do que reclamar. Conheço algumas famílias brasileiras que vivem aqui há anos e me dizem que não teriam condições de dar a mesma qualidade de vida a seus filhos no Brasil.

De acordo com o relatório anual de 2015 “State of the World’s Mother”, da ONG Save the Children, a Noruega é o melhor país para criar os filhos, num total de 179 países analisados. Um fato curioso que contribuiu para este índice é que a licença maternidade pode durar um ano para as mães (que continuam a receber 80% do salário) e três meses para os pais. E não pense que a empresa onde você trabalha te “olhará torto” por tirar esse período de licença a maternidade. Aqui a família vem em primeiro lugar!

morar na noruega

Foto: Ingeborg Skrudland / Jærmuseet

A Noruega também é um dos países mais seguros do mundo. É claro que podem acontecer casos esporádicos, mas, no dia a dia, é muito seguro. Você anda pelas ruas sem medo; pode falar ao celular sem risco de ser assaltada; crianças vão e voltam da escola sozinhas. Também é seguro andar sozinha à noite. Eu tenho o costume de sair e voltar a pé sozinha sem nenhum problema. Não estou dizendo que é violência zero, mas, comparado a outros países e ao Brasil, é, sim, muito mais seguro. Ao me mudar para cá, por bem dizer, acabou o problema que mais me incomodava no Brasil, a falta de liberdade de ir e vir em função da violência.

morar na noruega

Foto: Monica Larsen / regionstavanger.com

A Noruega também é um país com pouca diferença social. Mais uma vez, é claro que existe uma certa diferença, mas ela não é grande. Posso dizer que não existem pessoas pobres aqui. Todos ganham o suficiente para viver bem e ter acesso a todos os serviços públicos básicos de qualidade.

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Foto: Terje Rakke/Nordic Life/regionstavanger.com

Sendo assim, apesar de “probleminhas” pontuais, a Noruega continua ostentando o título de melhor país do mundo para se viver. Basta você avaliar se os pontos negativos irão pesar muito ou se os pontos positivos irão prevalecer. O que posso afirmar é que essa percepção é muito diferente de pessoa para pessoa. Não há uma fórmula perfeita! Há quem ame e há quem odeie viver aqui. Eu estou no time daqueles que simplesmente amam esse país incrível!

 


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Biquini

Meus biquinis favoritos para o verão na Europa

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O verão é a estação mais esperada do ano na Europa. Depois de meses no frio, andando por aí de casacos e botas pesadas, ficamos todos a espera da primeira oportunidade para colocar roupas de banho e aproveitar as praias lindas do continente.

Balos Lagoon

Leia também: Balos Lagoon, a praia mais linda de Creta, na Grécia

E aí que nós brasileiras enfrentamos um pequeno “problema”. Temos um gosto diferente das europeias quando se trata de biquinis. E nem sempre é fácil encontrar pela Europa modelos parecidos com os quais estamos acostumadas no Brasil. Falo por experiência. =)

Até mostrei minha saga em busca de um biquini para trazer para nossa viagem a Miami no Instagram Stories @viajarpelaeuropa. Então resolvi dividir aqui o meu “achado”, a marca de roupas de praia Panos Empório.
biquini

Panos Emporio é uma marca sueca, que está a mais de 30 anos  no mercado e tem uma proposta bem interessante. Além do foco em inovação e na qualidade do material utilizado nas peças, apresentam uma grande variedade modelos que atendem a praticamento todos os estilos e gostos.

Vale dizer que a marca disponibiliza roupa de praia para o público feminino, masculino e também infantil.

Leia também: Meander, uma revolução na moda praia masculina

Se você já acompanha o Instragram @viajarpelaeuropa deve ter reparado que tenho usado bastante os biquinis Panos Emporio e estou amando. As peças foram um verdadeiro xodó na minha best prom dresses  e agora estão me fazendo companhia aqui em Miami.

Outro detalhe que me chama muito a atenção nas peças da marca Panos Emporio são as cores. As coleções sempre apresentam cores vibrantes e muitas estampas. Adoro cores que se sobressaem com o bronzeado do verão. 😀

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No momento estou super apaixonada com maiôs, e o modelo Zöe, da nova coleção da marca provavelmente será minha próxima aquisição. Amei esse corte, com detalhes na na barriga e cintura. Acho que super combina com o verão na Europa.

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E você, tem alguma dica de marca de biquini na Europa?

Site oficial: Panos Empório


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Noruega

15 motivos para visitar a Noruega

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Não há dúvidas de que a Noruega é um dos destinos com paisagens mais deslumbrantes do mundo. Mas se você ainda não está certo em incluir o país como seu próximo destino, vou listar 15 motivos que certamente te deixará mais animado(a) a pegar o próximo voo para cá. Preparados?

15  motivos para visitar a Noruega

1 – Fiordes

A Noruega é o país que mais tem fiordes no mundo. São mais de mil em todo o país. Aqui é, sim, a Terra dos Fiordes. Para quem não sabe, fiorde é uma grande entrada de mar entre altas montanhas rochosas. Os que mais se destacam na Noruega são: o Geirangerfjord, o Lysefjord, o Nærøyfjord e o Sognefjord, situados na Costa Oeste. Faça um passeio de barco  pelos estreitos corredores e se deixe encantar pela paisagem de beleza estonteante.

 

Noruega

 

Saiba mais sobre o Cruzeiro pelo Lysefjord

 

2 – Aurora Boreal

Este fenômeno indescritível, com condições de visibilidade bem específicas, atrai pessoas de todo o mundo e é uma espetáculo à parte. O “ballet” das luzes que colorem o céu é uma experiência mágica!  As auroras acontecem com maior frequência no Norte do país.

Noruega

 

Leia também o post Qual a melhor época para visitar a Noruega e descubra quando programar sua viagem para ver a Aurora Boreal.

3 – Sol da meia noite

Este é um curioso fenômeno que poder ser observado no verão. Entre os meses de maio e julho, no Norte da Noruega, o sol nunca se põe, o que é curiosíssimo para nós brasileiros. Por aqui, muitos passeios e eventos são organizados durante a noite, exemplo de safaris de observação de baleias, mergulho noturno, cinema ao ar livre.

 

4 – Rotas panorâmica de trem

A Ferrovia de Flåm foi reconhecida como a viagem de trem mais incrível do mundo pela publicação Lonely Planet de 2014. A viagem leva você pelo topo das montanhas e, durante o trajeto de 20 quilômetros, o visual inclui rios cortando desfiladeiros profundos, cachoeiras, cumes nevados e fazendas nos pés das montanhas.

 

5 – As mais belas trilhas

Na Noruega há uma infinidade de opções de trilhas, algumas mais fáceis dentro das cidades e outras mais longas e mais difíceis. Dentre as mais famosas estão as trilhas para Preikestolen (4 quilômetros e cerca de três horas de trilha), para Kjerag (X km e cerca de seis horas) e a mais longa, para Trolltunga (X km e cerca de 11 horas).

 

Noruega

 

Leia também esse post completinho de dicas sobre a trilha para Preikestolen.

 

6 – Comer muito bacalhau

O bacalhau norueguês é muito conhecido por nós brasileiros. Mas comê-lo por aqui é diferente do que no Brasil. Aqui o bacalhau não é salgado, ele é fresco. Sabia que 90% do bacalhau exportado pelo mundo todo sai da Noruega.

Leia também o post sobre o Gladmat, o maior festival gastronômico da Escandinávia.

 

7 – Dirigir por estradas cenográficas

A Atlantic Ocean Road é uma famosa estrada cenográfica ao Norte da Noruega, com 8.3 quilômetros, oito pontes e curvas de tirar o fôlego! É realmente impressionante dirigir por esta estrada!

8 – Cachoeiras

Devido à sua geografia, a Noruega tem milhares de cachoeiras. Eu poderia dizer que é quase impossível você não ver algumas em sua viagem pelo país. Algumas das mais bonitas são: Latefossen, Seven Sisters, Voringsfossen, Langfoss, Manåfossen.

9 – Arquitetura

O uso de madeira lisa e pedras são características comuns na maioria das casas por toda a Noruega, revelando formas simples e suaves, que se integram com perfeição à paisagem. As cores mais tradicionais nas casas de madeira são branco, vermelho e amarelo. Também é comum as casas terem o telhado verde, com gramado. Um charme!!!

 

Noruega

 

10 – A-Ha

O A-ha é uma famosa banda norueguesa de New wave e Pop Rock, formada na capital do país, Oslo, em 1982. O grupo alcançou enorme sucesso mundial nos anos 80, tornando-se imediatamente umas das bandas mais famosas daquela década. O trio é lembrado até hoje por emplacar diversos sucessos mundo afora. Vira e mexe tem um show do A-ha por aqui.

11 – Cultura Viking

Os Vikings, guerreiros e conquistadores que saíram de terras escandinavas em direção à Europa, fazem parte da história da Noruega. Por aqui existem alguns museus sobre o tema e muitas referências à essa cultura. A era viking foi do ano de 800 a 1.050.

Noruega

 

12 – Esquiar o ano todo

Se você curte esportes de inverno, a Noruega é o lugar certo! O país tem estações de esqui que funcionam o ano todo. Próxima à fronteira com a Suécia, a cidade de Trysil tem o maior resort de esqui da Noruega!

 

13 – Ver animais silvestres

A Noruega possibilita ao viajante a observação de grande variedade de espécies de animais silvestres em seu habitat natural. Você facilmente encontra alces, renas, ovelhas e águias de cauda branca durante seus passeios por áreas selvagens ou mesmos passeando nas áreas mais calmas de cidades pequenas. Eu mesma já tive a oportunidade de avistar, ainda que rapidamente, um alces passeando por uma floresta em Stavanger.

 

14 – Paisagens deslumbrantes

A Noruega é fascinante também por contar com paisagens contrastantes e variadas, com seus fiordes espetaculares e imensas geleiras ao Norte. Pense em cachoeiras cristalinas, florestas verdejantes, penhascos dramáticos e campos de neve atraentes,… você não vai conseguir parar de tirar fotos! Com tantas paisagens deslumbrantes, você estará diante de um cartão postal a cada momento.

 

Noruega

 

15 – Igrejas de madeira

Uma das maiores referências da arquitetura típica da Noruega são as antigas igrejas de madeira Stavkirker, que levam o nome dos pilares de madeira (Norueguês: stav) que as sustenta. Cerca de 30 destas igrejas são preservadas. A mais antiga é a Igreja de Urnes, erguida em 1132, que integra a lista de patrimônios da UNESCO. Já a Heddal é a maior igreja de madeira da Noruega e está localizada na região de Telemark.

 

Noruega

Agora me conta, qual desses motivos mais te faria visitar a Noruega?

 

 


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6 imagens que provam que viajar com criança vale a pena!

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Fotos de viagem são as memórias palpáveis que trazemos dos lugares que visitamos, certo? E algumas delas carregam muito significado.

Desque que comecei a viajar com minha filha as viagens mudaram um pouco. Hoje preciso de mais tempo para planejar, não posso mais visitar 4 países em 15 dias e a escolha dos destinos também leva em consideração a idade e segurança da Nicole.

De forma geral não deixo de visitar praticamente nenhuma atração por conta dela mas alguns passeios  ficam bem mais difíceis com uma criança, é verdade.

Já pensou a dificuldade de subir a Acropoli de Atenas carregando uma criança de 10 ou 15kg nas costas nos 35 graus do verão da Grécia? A parte boa é que eu nem preciso de academia depois, não é? (rs)

Para mim esses pequenos perrengues são apenas detalhes quando penso no aprendizado de vida que estou transmitindo para minha filha: o respeito pelas diferenças culturais, pela natureza e empatia com tudo que for difente da realidade que ela vive.

Veja as fotos de viagem que provam que viajar com criança vale a pena

1- A inocência diante de fenômenos da natureza

“Mamãe, está chovendo em mim”. Falando da água da cachoeira em uma viagem pela Islândia.

fotos de viagem

2 – A alegria de experimentar um prato ou guloseima típica pela primeira vez e amar!

Sobre o pastel de nata no Porto. “Mamãe: esse é gostoso”.

fotos de viagem

3- Esse olhar de admiração e respeito pela natureza

Poucas coisas no mundo fazem uma criança de dois anos ficar parada por mais de 10 segundos. A paisagem do Douro Vinhateiro, em Portugal, conquistou a atenção da Nicole por horas.

fotos de viagem

4- O carinho que ela recebe dos meus amigos pelo mundo

“Mamãe, eu quero viajar para ver seus amigos”. Sempre que falo em viagens ela me pergunta se vamos encontrar meus amigos.

fotos de viagem

5- A cumplicidade entre mãe e filha

Durante um passeio e outro ela sempre para dizer que me ama. Sem contar que me agradece por pequenas coisas, de forma espontânea, e isso mostra o quanto ela está feliz e aproveitando cada momento. Esse carinho não tem preço!

fotos de viagem

6- O aprendizado que ela traz para a vida

“Mamãe, é legal mas é quente, né? Não pode chegar perto”. Explicando sobre o geiser,  as nascentes termais que entram em erupção periodicamente na Islândia, lançando uma coluna de água quente e vapor ao ar.

fotos de viagem

Estou sempre mostrando nossas aventuras pelo mundo no Instagram @viajarpelaeuropa. Segue lá e acompanhe quase “ao vivo” nossas aventuras e dicas.

E você, também tem fotos de viagem que provam que viajar com crianças vale a pena?

 


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parto na suécia

Cinco de agosto – relato do meu parto ba Suécia

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Nunca pensei que iria abrir meu coração de tal forma para falar sobre esse momento tão íntimo da minha vida. Mas acredito que o relato dessa experiência possa ser útil para você que está grávida ou pretende ter filho na Suécia.

Esse texto não terá fotos porque infelizmente minha gravidez não foi nada digna de editorial de revista. A realidade foi bem diferente…

Antes de falar do parto em si vou fazer um resumo dos meses da minha gestação, pois foi essa preparação que levou ao tipo de parto que eu escolhi no final das contas.

Relato do meu parto na Suécia

O primeiro filho traz muitas dúvidas e medos para a vida de uma mulher, e essas incertezas tomam proporções ainda maiores quando moramos “longe de casa”. Por isso é importante saber como “as coisas funcionam” no país onde moramos.

Na Suécia, o pré-natal é gratuito e feito no centro de saúde. Durante esse período temos o acompanhamento de uma enfermeira obstétrica. Aqui só vamos ter consulta com o médico propriamente se tivermos alguma complicação na gravidez.

O que faz todo sentido, já que gravidez em si não é doença, não é mesmo? As enfermeiras são preparadas para dar todo suporte necessário no pré-natal, até mesmo encaminhar para o médico se for necessário. Mas não são médicas.

Eu descobri que estava grávida bem no início da gestação, com apenas 3 semanas. Isso porque tive enjoos logo no início e assim foi até o 4º mês de gravidez. Comecei o meu acompanhamento no centro de saúde com a enfermeira (barnmorska em sueco) e depois fui encaminhada para a médica quando os enjoos pararam e deram lugar a uma terrível dor na região pélvica.

Nesse período descobrimos que eu tinha disfunção da sínfise púbica (foglossning), nome complicado que resumindo é uma dor pélvica muito comum na gravidez. Essa dor surge devido à pressão exercida pelo peso do bebê e ao desalinhamento e relaxamento das articulações da bacia. Geralmente a dor pélvica acontece no último trimestre de gestação, mas no meu caso começou no início do segundo, e as dores foram apenas complicando durante os meses. Ao ponto de eu andar de muletas e na maioria das vezes nem poder caminhar.

Além das dores em si, fiquei muito triste nesse período, principalmente porque por conta dessa disfunção eu tinha mais de 70% de chance de ser encaminhada para um parto cesário e eu não queria isso. Não era uma questão de orgulho ou para provar nada para ninguém, mas porque mesmo antes de pensar em ter filhos eu acreditava que o parto normal é a maneira mais natural de trazer um filho ao mundo. Além disso é o parto que tem mais vantagens para a saúde da mãe e do bebê.

Mas o fato é que eu passei meses com intensas dores na costas, que duram até hoje para falar a verdade, e eu passei minha gravidez praticamente toda fechada em casa.

Finalmente chegou o dia previsto para o nascimento da minha filha e nada aconteceu. Passou uma semana e nada. Eu tinha mais uma consulta marcada com minha enfermeira, uma consulta que fica agendada caso a criança não tenha nascido na data prevista.

Cheguei ao centro de saúde  nessa consulta extra e ao me ver a reação da enfermeira foi: “eu não esperava te ver aqui hoje”. Minha resposta foi o choro. Eu não aguentava mais estar grávida, morrendo de dores, sem poder sair de casa. Passei a consulta inteira chorando. Eu não queria nem ouvir quais eram os passos a seguir.

Na Suécia, em uma gravidez normal, esperariam até a semana 42 para só então fazer alguma intervenção que pode ser a indução do parto ou a cesárea. Depende de cada caso. Eu não estava preparada fisicamente nem psicologicamente para esperar mais mas também não queria “apelar” para a cesárea.

Nesses 15 dias que faltavam até a semana 42, o plano era: ultrassom para conferir se estava tudo bem com o bebê, mais uma consulta com a doula e por fim o encaminhamento para o hospital quando o “prazo” terminasse. Mas eu não aguentava mais. Então a doula atendeu meu pedido e ligou para o hospital para pedir uma intervenção.

Foi aí o início do meu parto humanizado. Parto que só tem intervenção médica quando for necessário para a saúde da mãe e do bebê e que respeita a vontade da grávida. E eu disse desde o início que só faria a cesárea em último caso.

Assim marcaram minha primeira visita ao hospital durante toda a gravidez. Era uma sexta-feira. Nessa consulta verificaram os batimentos cardíacos do bebê, fizeram o exame de toque e marcaram o dia para a indução do meu parto, que seria na segunda-feira seguinte. A esperança era de que as contrações começassem naturalmente durante o fim de semana.

Mas nada aconteceu…
Dia 4 de agosto de 2014, segunda-feria, cheguei ao hospital as 10horas da manhã. Nesse dia eu estava feliz da vida. Finalmente eu iria ver a minha filha e parar de sofrer de dores nas costas. Ah! Minha mãe também tinha chegado do Brasil e passaria um mês comigo. O que me deixou mais tranquila. 😀

Ao chegar ao hospital  a grande surpresa foi que, apesar de não ter sentido nenhuma contração no fim de semana, eu estava com 4cm de dilatação. O que também não quis dizer nada. Pois da hora que cheguei ao hospital até o nascimento da Nicole em si, passarem-se 23horas.

Fui encaminhada para o quarto onde eu ficaria até chegar o momento de ser levada para a sala de parto. Nesse quarto as enfermeiras/doulas faziam o monitoramento dos batimentos cardíacos da Nicole e também me davam o medicamente que induziria o parto.

Tomei a primeira dose do remédio. Horas se passaram e nada de contrações. Depois de outra dose… Nada de contrações ou dilatação.

Eu conversava com minha família e amigos no Whatsapp e brincava. “Tirando a velha dor nas costas nenhuma novidade. Esse forninho está tão bom que minha filha não quer saber de sair de dele”. Haha Era a piada do desespero.

Mais de 10 horas se passaram desde que dei entrada no hospital até que as 21:30 o bicho pegou. Comecei a sentir toda a dor das contrações de uma só vez.

Vale lembrar que na Suécia os pedidos da parturiente são atentidos e se algo não estiver de acordo com o que você espera eles devem fazer o possível para atender suas vontades. Outra coisa importante: o parto não será feito pela enfermeira que acompanhou seu pré-natal, e muito provavelmente a equipe vai mudar de turno se o seu parto for bem demorado, como foi o meu caso. Não é como no Brasil que geralmente o parto é feito pela médica(o) que fez o pré-natal.

Para mim isso não foi nenhum problema. Todas as doulas/enfermeiras que passaram por mim foram super atenciosas e gentis. Exceto uma delas, que na verdade nem foi rude, mas agia de uma forma mais fria, diferente das outras que foram carinhosas o tempo todo. Eu não gostei e nessa hora já estava dominada pelos hormônios e pela dor. Então eu me tranquei no banheiro e pedi ao Daniel que resolvesse o caso.

Ele gentilmente conversou com outra enfermeira da equipe que, sem questionar os motivos pediu para que a pessoa em questão saísse do meu quarto. E eu não tive mais nada do que reclamar.

Quero dizer… Exceto a demora para chegar finalmente a ser anestesiada.
Sim, porque na hora que a dor ficou realmente insuportável eu pedi a epidural. Eu queria parto normal mas nunca fui contra anestesia. Acho importante dizer que mesmo sendo a favor do parto normal devemos respeitar nossos limites. Minha dor nas costas junto com as contrações eram insuportáveis. Então, mesmo sabendo que a anestesia leva a um atraso no processo natural do parto eu quis ser anestesiada.

Só que a equipe da anestesia levou quase duas horas para chegar ao meu quarto, porque justo nesse dia o hospital estava com super-lotação de partos e acidentes. Nessa longa espera eu tive que me contentar com o tal “launghing gas”, o gás feliz, utilizado para aliviar as dores das contrações.

Eu fiquei tão desorientada com a dor e com o efeito desse gás, que ria descontroladamente. Tanto que o Daniel me perguntou: “tá doendo ou você está se divertindo”? E filmou a cena, claro. rs
Bom, quando a anestesista finalmente chegou eu me mexia tanto que a primeira tentativa de aplicar a anestesia falhou.

Ela perguntou: você quer que eu tente de novo? Obvio que sim, eu disse. Imagina! Aquela agulha não era nada perto das contrações. Logo a epidural funcionou  como um passe de mágica e eu virei um ser humano novamente. rs

E assim passamos a madrugada. Doses de anestesia, “gás feliz”, ginástica na bola de pilates, exercícios de respiração. Tudo isso em meio a uma mistura de sentimentos: emoção, medo, dor, ansiedade.

Até que chegou a enfermeira com a notícia esperada. “Está na hora”! A partir dali foram 40 minutos do processo de respira, faz força, empurra e faz tudo isso outra vez…

As 09:05 da manhã, do dia cinco de agosto de 2014, vi pela primeira vez a carinha da minha filha. E é realmente inexplicável a sensação de carregar um filho nos braços pela primeira vez. O mundo para. A dor desaparece. Parece que entramos em outra dimensão. Um momento muito mágico!

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O êxtase durou pouco tempo, pois tive uma complicação logo a seguir ao parto e fui encaminhada para uma sala de cirurgia. Nessa hora eu tive muito medo, sabe? Fui separada da Nicole apenas 6 minutos depois do seu nascimento. Mas eu senti que se algo acontecesse comigo eu tinha cumprido essa missão. Minha filha era perfeita e saudável e tinha um pai cuidadoso e minha mãe estava ali para apoiar no que fosse preciso.

Mas graças ao profissionalismo da equipe que cuidou do meu parto e pós-parto, poucas horas depois estávamos juntas novamente e eu já caminhava, quase sem dores nas costas com minha filha nos braços. <3

Hoje tenho a certeza de que tomei todas as decisões corretas. Ficamos bem e saudáveis e voltamos para casa 3 dias depois. Tive todos os meus desejos respeitados, fui bem acolhida e vou ser sempre uma defensora do parto humanizado.

Resolvi relatar minha história depois de tanto tempo para mostrar que não existe uma verdade absoluta, não existe um parto igual ao outro e nenhuma experiência será igual a outra. Mas acho que devemos nos informar, questionar imposições e nunca pensar que nossas dúvidas de mãe de primeira viagem são “coisas bobas”.

A blogueira Lu Ferreira, do blog Chata de Galocha, relatou sua mudança de médico quando descobriu a alta taxa de partos cesáreos feitos pela médica dela, na época já com 24 semanas de gravidez. Vale a pena ler a história dela aqui e também se informar sobre seus direitos.

Se você gostou desse tema e gostaria que eu falasse mais sobre ser mãe na Suécia deixe suas perguntas e sugestões aqui nos comentários. Vou adorar!

Acompanhe minhas aventuras de viagens com a Nicole e a vida na Suécia pelo Instagram @viajarpelaeuropa

E muito obrigada por ter acompanhado nossa história até aqui. 🙂


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viajar com criança

As 5 dicas mais polêmicas para você que vai viajar com criança pequena

Viajar com criança pequena não precisa ser nenhum bicho de sete cabeças. Depois de mais de 2 anos de experiência, viajando com minha filha, desenvolvi algumas técnicas que previnem alguns dramas dessa vida de mãe-viajante. 🙂

Algumas dessas dicas podem ser polêmicas a primeira vista. Mas acredite, elas funcionam e foram todas testadas por mim.

Viajar com criança pequena – Dicas polêmicas para você testar na sua próxima viagem

1 – Tenha um bolsa ou cinto com “coleira”
Muitas pessoas torcem o nariz quando me veem segurando a cordinha da mochila da Nicole. Mas eu prefiro passear com essa segurança do que correr o risco de perder minha filha no centro de alguma cidade grande pelo mundo.

viajar com criança pequena
2 – Ensine a criança a descarcar ovo cozido
Você já pensou em ter 20 minutos de paz para tomar seu café da manhã tranquilamente, sendo mãe de criança pequena?

Pois dessa forma, além de se sentir útil, a Nicole se distrai descascando ovo e nós temos tempo para apreciar os deliciosos cafés-da-manhã dos hotéis sem pressa. rs

3- Faça com que sua filha(o) participe da programação da viagem
A Nicole pode decidir os brinquedos que pretende levar na mala, o lanchinho para o avião e até mesmo as roupas que gostaria de vestir na viagem.

Claro que sempre supervisionada por mim. Acredito que dessa forma ela se envolve nos preparativos e fica mais animada no dia da viagem em si. Essa tática tem funcionado aqui em casa.

viajar com criança pequena

Leia também:  O que fazer em Nova York com bebê de um ano

4 – Leve pequenos presentes para as viagens longas de avião
A questão aqui não é comprar a atenção da criança com coisas materiais. Mas encontrar uma alternativa para o tempo ocioso no avião. Abrir os presente e conversar sobre eles é uma ótima atividade para quando a criança não estiver dormindo.

Não é necessário comprar presentes caros. Na verdade o que eu faço é embrulhar as coisas que eu já iria levar para a viagem. Um lanche que ela gosta, caixinha de frutas secas, o protetor solar.

viajar com criança
5 – Deixe a criança provar qualquer tipo de comida
Uma das preocupações da mães-viajantes é sobre a alimentação das crianças nas viagens. Desde que aprendeu a comer que incentivo minha filha a experimentar comida de todos os cantos do mundo.

Compre aqui seu ingresso para visitar as atrações das maiores cidades da Europa sem filas.


Só evito oferecer comida apimentada e doces. Nos restaurantes ela geralmente come o mesmo que pedimos para os adultos. Até hoje não tive problemas com alimentação da Nicole nas viagens, mesmo em lugares mais exóticos com Japão, Hong Kong e Macau.

viajar com criança pequena

Para finalizar minhas dicas de hoje sobre viajar com criança pequena,  nunca deixe que as pessoas te convençam que viajar com criança pequena é impossível.

Claro que as viagens exigem mais planejamento e a escolha dos destinos devem levar em consideração a idade da criança. Mas levar seus filhos para conhecer o mundo é possível, sim!

viajar com criança pequena
E você, tem alguma dica para facilitar a vida de quem viaja com criança pequena?


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Balos Lagoon um paraíso localizado em Creta – Grécia

Que a Grécia é o meu lugar favorito para passar o verão na Europa não é segredo mas, dentre os meus lugares preferidos no país a Lagoa de Balos, (Balos Lagoon) com certeza merece destaque.

Balos Lagoon

A lagoa de Balos, localizada em Creta, a maior ilha grega é uma praia que tem uma areia branquinha, uma água incrivelmente azul-turquesa, super transparente.

Outra particularidade é que por conta das rochas ao redor do local, a praiaa fica “protegida” do vento e por isso quase não tem ondas, tão calma que parece uma pisciana. Detalhe importante para quem viaja com  crianças pequenas.

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O lugar é tão especial que já foi escolhido como destino de férias pela Princesa Diana. Por essa fotos de encher os olhos nós conseguimos entender o motivo, não é?

Como chegar a Balos Lagoon?

A famosa Lagoa de Balos está localizada aproximadamente a 56km de Chania, e está acessível de barco ou de carro.

De carro:  Partindo de  Chania você deve seguir para a vila de Kalyviani pela Via E65. Uma vez em Kaliviani você precisa seguir as placas para a praia de Balos. Depois de cerca de 10Km vai chegar em uma estrada de terra. Seguindo as indicações você vai chegar ao parque de estacionamento onde terá que deixar o carro. A partir daí terá que seguir caminhando. E

Esse paraíso chamado Balos estará a  cerca de 30 minutos a pé do estacionamento.

Balos Lagoon

De barco: Há várias empresas que fazem cruzeiros diários a Balos partindo do porto de Kissamos. A viagem começa em Kissamos, na parte da manhã e durante o percurso faz uma paragem em Gramvousa. Local que tem uma bela praia e também as ruínas de um castelo super charmoso.

Veja só a vista de encher os olhos que temos do Castelo de Gramvousa a caminho de Balos Lagoon.

Balos Lagoon

Quando fiz a viagem de barco para Balos Lagoon a Nicole tinha apenas 9 meses, o que significa que fiz a trilha para o Castelo de Gramvousa carregando-a no Ergobaby (canguru). Mas garanto que cada gota de suor valeu a pena. Eu amei a experiência. Viajo com minha filha desde que ela tem 2 meses de idade e não deixo de fazer praticamente nenhuma atividade nas minhas viagens por conta dela. Mas isso é assunto para outro post. 🙂

A viagem até Balos é super animada. O barco, na verdade um ferry, não é dos mais novinhos mas têm música e um restaurante/café. Portanto podemos ir nos distraindo com alguns petiscos e bebidas pelo caminho.

A comida do barco não é uma brastemp, se é que me entende, além disso a Balos Lagoon é praticamente deserta então não se encontram ali bares e restaurantes. Por isso o mais aconselhável  é levar seu próprio lanche.

Você vai reparar que muitas pessoas levam seus petiscos. E, vamos combinar que um picnic com essa vista não é nada mal, não é?

Leia também:  Como chegar a Navagio – a praia mais incrível da Grécia

Mas por que visitar Balos Lagoon?

As rochas no limite do mar fazem com que essa bela praia tenha a aparência de uma lagoa. O que a torna uma atração  imperdível é também a incomparável tonalidade azul-turquesa da água e a calmaria que dá a ela um aspecto de piscina natural. Chama atenção ainda a areia fina, que em alguns lugares apresenta uma exótica cor rosada devido às conchas esmagadas.

Balos Lagoon

Traduzindo em outras palavras a Lagos de Balos podia facilmente ser chamada de um pedaço do paraíso.

Balos Lagoon

De acordo com dados da Empresa Cretan Daily Cruises, que opera os ferrys com destino a Balos, durante os meses do verão europeu, cerca de 1,5 mil turistas visitam Balos e a Ilha Gramvousa todos os dias.

O que quer dizer que a praia pode estar completamente cheia durante o verão na Europa. Mas não se preocupe, que o sentido de “cheio” para as prais europeias não se pode comparar com Copacabana em alta temporada, entende?  Vale a visita!

Balos Lagoon

E você, tem alguma praia favorita para aproveitar o verão na Europa?

 

 


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A Suécia é oficialmente o “melhor” país do mundo, diz estudo

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A Suécia obtém o maior índice em parâmetros como qualidade de vida, igualdade social, saúde e bem-estar, ao mesmo tempo em que apresenta um bom desempenho cultural.

A pesquisa Good Country Index  leva em consideração 35 parâmetros de fontes como as Nações Unidas, para definir o melhor país do mundo.

Suécia

A Islândia aparece no topo da lista pela sua contribuição global para a protecção do planeta e do clima, incluindo baixas taxa de emissão de CO2 e produção mínima de poluição.

O Reino Unido está no topo da tabela quando se trata de ciência e tecnologia, esse ponto leva em conta publicações científicas e estudos, prêmios Nobel e patentes.

O índice sugere que a Suécia, em relação ao tamanho de sua economia, contrui mais e causa menos danos do que qualquer outro país.

Suécia

Foto por: Tove Freiij/imagebank.sweden.se

Leia também: Como funciona a jornada de trabalho de trabalho de 6 horas na Suécia

O relatório, que avalia as contribuições de um país para o planeta e para a humanidade em relação ao seu tamanho – medido em PIB – é a ideia do líder de orientação política Simon Anholt, cujo objetivo é “encontrar maneiras de encorajar os países a colaborarem mais e competirem”.

“Um bom país é aquele que contribui com êxito para o bem da humanidade, é claro que deve servir aos interesses do seu próprio povo, mas nunca à custa de outras populações ou de seus recursos naturais: esta é a nova lei da sobrevivência humana”, disse.

viagem de trem mais linda da Europa

Foto por – Bergen Tourist Board Girish Chouhan – visitBergen.com

Veja também: As 10 cidades mais lindas da Europa

Simon Anholt acrescentou ainda que o Reino Unido deve colaborar e cooperar mais com outros países: “[a Grã-Bretanha] não é apenas uma ilha desconectada do resto da Europa ou do resto do mundo. De um sistema. Se falhar, todos nós falhamos. ”
Apesar da adição de 38 países desde a primeira edição do índice, a Líbia voltou a ocupar o último lugar.

Texto original: Sweden officially the ‘goodest’ country in the world, study says
Fontes: The Good Country


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Observação de baleias

Observação de baleias em Reykjavik – Islândia

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Durante os preparativos da minha viagem para a Islândia fiquei empolgada com  a possibilidade de fazer um passeio de barco para observação de baleias em Reykjavik.

Observação de baleias

Essa é um daquelas  atrações imperdíveis para quem visita a capital da Islândia e na nossa primeira viagem ao país eu tive certeza de que esse seria um dos nossos passeios mais memoráveis. Essa é daquelas atividades que agradam adultos e crianças, sabe?

Observação de baleias

A Islândia é o local perfeito para observação de baleias. As águas geladas da costa do país contribuem para uma vida marinha diversificada. O que possibilita aos  visitantes a oportunidade de observar diversos animais marinhos em seu habitat natural. Um luxo para quem ama a natureza!

Os cetáceos mais comuns na área de Reikjavik são as baleias Minke, golfinhos e botos. Na expectativa de conseguir ver essas belas criaturas soltas pelo oceano escolhemos a Elding Adventure Iceland, uma empresa  familiar que faz passeios para observação de baleias na Islândia desde 2002.

Observação de baleias
O que mais me chamou a atenção na Elding Adventure at the sea é o fato de que eles seguem os códigos de conduta do IceWhale, uma ONG que promove o turismo promove e conscientiza sobre o turismo responsável  para a observação de baleias.

A Elding Adventure ate the sea trabalha também em pesquisas sobre a vida selvagem na região e durante todo o passeio  pelo menos um biólogo acompanha os visitantes. O que enriquece ainda mais a experiência pois temos a oportunidade de aprender mais sobre os animais marinhos da região e entender como funciona o trabalho doss pesquisadores na área.
Além disso é a primeira e única empresa de observação de baleias com certificação ambiental na Islândia.

Nossa experiência com observação de baleias em Reykjavik

A excursão começou na nossa bilheteira no Old Harbor, no centro de Reykjavik, onde trocamos nosso voucher pré-pago pelo ingresso em si. O ingresso deve ser apresentado na entrada do barco.

A bilheteria da Elding Whale Watching fica a apenas passos de distância do navio que faz o passeio em sim. Aliás um pitoresco navio de pesca que foi reformado para se transformar em barco de passeio. E hoje conta com um centro multimédia, um café e uma loja.

Observação de baleias

A empresa faz tours para observação de baleias duas vezes ao dia. Escolhemos o passeio que começa as 9h da manhã pois queria aproveitar a parte da tarde para visitar o famoso Golden Circle, o circuito turístico mais famoso da Islândia. Que é o assunto do próximo texto sobre essa viagem.

Observação de Baleias

Voltanto ao passeio para observação de baleias… No dia do nosso tour tivemos muita sorte, pois além de estar uma temperatura agradável, em torno de 6 graus, algo raro para o mês de fevereiro na Islândia, o sol brilhava lindamente e coloria o céu de azul, transformando o cenário do passeio ainda mais encantador.

Vale lembrar que o tempo nessa região é bastante instável e se o mar estiver muito agitado a empresa poderá cancelar o passeio.

O que vestir para o passeio de observação de baleias?

O segredo para se vestir bem para o inverno é vestir-se em camadas. No dia do nosso tour eu usei segunda pele, um sweater, e um casaco de inverno a prova dágua. Na parte inferior usei uma calça segunda pele, uma calça jeans e uma calça térmica.  Confesso que a mobilidade ficou um pouco comprometida mas o importante é que eu estava bem aquecida.

De qualquer forma minha roupa não era apropriada para estar em alto mar, onde venta bastante, e para minha sorte a Elding Adventure at the sea disponibiliza overall, esse macacão utilizado em lugares de baixas temperaturas.

Observação de baleias

Você pode ver aqui nossas dicas de como se vestir para o inverno na Europa com vídeo 🙂

Durante nosso passeio observamos vários golfinhos  e águias do mar. Como a empresa respeita a vida natural da região, e não faz nenhum “truque” para o aparecimento dos animais, nesse dia não tivemos a oportunidade de observar baleias.

De qualquer forma fiquei super feliz pois os golfinhos estavam “pescando” seu almoco e para deram um show à parte.
Observação de baleias
A Nicole também amou o passeio. Deitou e rolou, literalmente! Sempre mostro nossas viagens e nossa vida no Instagram @viajarpelaeuropa e Snapchat Gi-Vpeuropa. Segue lá para ficar por dentro de todas as nossas aventuras!

O tour para observação de baleias em Reikjavik dura cerca de 3horas e o valor é de 10990ISK(cerca de 95euros)por adulto.
Site oficial: Elding adventure at the sea
E você, já pensou fazer um tour para observação de baleias?

Nosso passeio foi um convite da empresa Elding adventure at the sea – a opinião é minha. 😉

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Trabalho

O segredo sueco para manter o equilíbrio entre trabalho e vida privada

Minha amiga sueca, Maria Pékar está de malas prontas para a ensolarada Califórnia nos Estados Unidos quando estávamos conversando sobre o mercado de trabalho na Suécia. Assim como muitos que vivem na Escandinávia, ela, o marido e os dois filhos do casal procuram fugir da escuridão que assombra os meses de inverno na gélida Suécia sempre que possível. Somente em 2016, eles voaram para fora de Estocolmo mais de seis vezes.

trabalho

Uma dessas viagens aconteceu exatamente uma semana após Linus ter sido admitido em uma empresa, em 2015. “Nós tínhamos essa viagem para a Turquia marcada e coincidiu exatamente com minha mudança de emprego. Mas as férias estavam previstas, e eu expliquei isso para o meu novo chefe”, conta Linus garantindo que, em nenhum momento, o novo empregador demonstrou descontentamento com a situação.

Na Suécia, os trabalhadores têm direito a cinco semanas ou 25 dias úteis de férias por ano. Os empregadores podem decidir, em comum acordo com os funcionários, como o período de descanso será dividido.

Quatro dessas semanas podem ser usufruídas durante os meses de verão. Por aqui é comum que muitas empresas fechem as portas durante os meses mais quentes do ano, já que os empregados provavelmente esterão em alguma praia paradisíaca recarregando as doses de vitamina D e colocando o bronzeado em dia.

trabalho

A realidade dos trabalhadores suecos está distante de parecer com a dos brasileiros, obrigados a trabalhar um ano inteiro para ter direito às merecidas férias.

Leia também: Será que a jornada de trabalho de seis horas na Suécia funciona?

A situação é inconcebível para Maria. “Eu não seria capaz de trabalhar assim. As pessoas devem se sentir obrigadas a trabalhar na mesma empresa e, dessa forma, não tendem a trabalhar felizes. Ir para uma nova empresa significaria recomeçar tudo e não tirar férias por um mais de um ano”, comenta. Para a economista, a sagrada pausa de cinco semanas é fundamental para o próprio rendimento no trabalho.

O renomado proprietário do Make Up Instituet de Estocolmo, Shaul Moalem, optou por dar férias coletivas aos funcionários duas vezes ao ano. “Descansamos três semanas no verão e duas em dezembro, entre o natal e o ano-novo. Dessa forma, eu também consigo me desligar do trabalho”, comenta.

De viagem marcada para Israel, o empresário diz não ver vantagem em tirar férias e permanecer com as portas da empresa abertas. “Caso aconteça algum imprevisto, meus funcionários vão me contactar. Isso não é descanso verdadeiro”. Para Shaul, o mais viável é que todos descansem ao mesmo tempo e voltem revigorados para os respectivos postos de trabalho. “Caso seja necessário, estou aberto a negociar férias extras”, explica.

trabalho

Se um dos meus funcionários precisar, eu certamente ofereço a oportunidade de ele tirar mais alguns dias de descanso em épocas do ano diferentes da prevista no nosso calendário de férias coletivas”, esclarece.

Para o psicólogo clínico pós-graduado em Psicoterapia Analítica Ivan Costa, um modelo ideal de fé rias é o que respeita a necessidade particular dos funcionários, uma vez que, para o especialista, a forma de descansar é muito subjetiva.

“O código do trabalho foi criado em defesa das relações de trabalho e para garantir direitos ao trabalhador. A regra das férias foi pensada para um benefício coletivo. Então ela não avalia necessidades individuais”, comenta. Segundo o psicólogo, o ditado confuciano que diz “Escolha um trabalho que você ame e nunca terá que trabalhar um dia em sua vida” é completamente aplicável a esse caso.

trabalho

Foto pixabay.com

Afinal, a produtividade está relacionada com outros fatores, como as condições de trabalho. “Se a pessoa não está satisfeita com a função que exerce ou com a empresa onde trabalha, as férias podem virar apenas válvula de escape, uma fuga daquilo que ela não gosta de fazer. Como consequência, o indivíduo volta das férias sem vontade de trabalhar”, enfatiza. Para a Diretora de Gestão da Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH), Marise Drumond, independentemente de ser uma questão trabalhista, as férias simbolizam a manutenção da saúde física, mental e da performance do indivíduo.

“Um profissional descansado, depois de um período de folga, volta com mais energia, bom humor e disposição. E isso resulta na maior produtividade. Inclusive, com o aparecimento da psicologia positiva nos Estados Unidos, vários estudos indicam que empresas que promovem o bem-estar e a qualidade de vida dos colaboradores são empresas que evoluem”, comenta. Marise considera a legislação brasileira coerente apenas para o primeiro ano de trabalho, período necessário para que o profissional novato se adapte à empresa e adquira amadurecimento.

“Já para os funcionários veteranos, entendo que deveria haver uma flexibilidade maior, pois a pressão no ambiente de trabalho ao longo do tempo, com metas cada vez mais difíceis de atingir, com certeza gera mais cansaço, fadiga e estresse. Esperar um ano para parar talvez seja prejudicial”, explica. Ela chama a atenção também para o estresse, a ansiedade e a depressão – males que podem surgir mediante a inexistência de pausas para o descanso.

E você, acha que esse equilíbrio entre trabalho e vida privada pode ser viável no Brasil?


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Gisele Almeida em O mundo segundo os brasileiros

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