Author Archives: Gisele

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30 graus na Suécia

Temperatura pode chegar aos 30 graus na Suécia neste fim de semana

E quando faz 30 graus na Suécia precisamos comemorar!

Boa notícia para quem mora ou está de viagem marcada para o país escandinavo. Finalmente podemos tirar o protetor solar e as havaianas do armário, pois parece que dessa vez o verão está chegando. Altas temperaturas estão previstas para grande parte do país neste fim de semana.

De acordo com o SMHI (Instituto de Metereologia da Suécia) uma onda de ar quente, vinda do sul da Europa, chegará em breve a Suécia. A previsão é de que quase todas as regiões do país tenham altas temperaturas, podendo inclusive chegar aos 30 graus em algumas regiões.

Infelizmente a boa notícia não é para todos. Ainda de acordo com SMHI, o domingo será um dia grandes contrastes. Enquanto nas regiões do sul do país os termômetros poderão marcar até a 30 graus, em Norrland o tempo continua instável, com possibilidade de chuva e até mesmo queda de neve.

Leia também: 8 motivos para você visitar Estocolmo no verão

Mas para quem mora em Estocolmo e teve uma primavera com queda de neve até a segunda semana de maio estamos no direito de celebrar.

Mas atenção, se você pretende fazer churrasco no parque, é preciso ter cuidado! As altas temperaturas aliadas ao tempo seco aumentam o risco de incêndios,o alerta é do Instituto de Metereologia.

Você sabia que a Suécia é o primeiro país a estar inteiro disponível no Airbnb?

No mais temos mesmo é que aproveitar para colocar a cara no sol e comemorar o fim de semana de calor. Afinal tudo que é bom dura pouco e a partir de segunda-feira voltaremos a programacão normal típica da Suécia. As temperaturas voltam para a casa dos 15 graus e também existe a possibilidade de chuva.

30 graus na Suécia

E você, tem planos para o fim de semana de 30 graus na Suécia?

Fontes: The LocalSMHI

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Ryanair vende tickets para o Brasil

Ryanair vende tickets para o Brasil em parceria com Air Europa

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Finalmente estamos mais próximos da notícia que tanto esperávamos. A Ryanair, companhia aérea low cost mais famosinha da Europa, anunciou essa semana uma parceria com a companhia espanhola, Air Europa.

Com essa parceria já podemos reservar voos para América do Norte, Central e do Sul pelo site da Ryanair. Dentre as 20 rotas disponíveis estão: Argentina, Colômbia, República Dominicana, Cuba, Bolívia, Equador, Honduras, Uruguai, México, Paraguai, Peru, EUA, Porto Rico, Venezuela e Brasil.

Leia também: Viajar de Ryanair, vale a pena?

No Brasil, os voos irão chegar a (e sair de) São Paulo e Salvador. Vale ressaltar que, até o momento, as viagens entre Madrid e as cidades brasileiras poderão ser compradas pelo site da Ryanair mas serão operadas pela Air Europa.

Claro que já fui no site da Ryanair conferir se os voos de longa distância terão preços tão camaradas como as viagens pela Europa.

No site da Ryanair, pesquisei um data aleatória> Partindo de Madrid para São Paulo, no mês de Agosto.

Ryanair vende tickets para o Brasil

A conclusão é que, pelo menos por enquanto, os preços são similares aos de outras companhias que operam o mesmo roteiro.

Encontrei os valores de 861€ (cerca de R$3.171,00 ) e 1.070,92€ (cerca de R$3.941,00 ) no site da Ryanair.

Ryanair vende tickets para o Brasil

Enquanto que, em uma pesquisa no buscador de voos Skycanner, encontrei o valor de 1.186€ (cerca de R$ 4.368,05) com a Iberia para o mesmo percurso, Madrid-São Paulo, nas mesmas datas.

Leia também: Como chegar e o que visitar em Madrid.

Ryanair vende tickets para o Brasil

Segundo o anúncio oficial da empresa, em uma segunda fase da parceria, que deverá ser lançada ainda esse ano, o viajante poderá adquirir na mesma compra um voo entre o Brasil e a capital espanhola, operado pela Air Europa e incluir  tickets low cost da Ryanair entre Madrid e outros destinos europeus.

Concluindo, na minha opinião os valores das passagens estão bem altos. Certamente pesquisei uma data aleatória, e talvez, pode ser que em outras datas seja possível encontrar algum valor mais em conta. De qualquer forma tenho meus “truques” para encontrar passagens baratas e em breve vou contá-los por aqui.

Acompanhe o Viajar pela Europa no Facebook e Instagram @viajarpelaeuropa para ficar por dentros dessas dicas imperdíveis!

E você, o que achou dessa parceria entre Ryanair e a Air Europa?

Site oficial: www.ryanair.com

 


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Como ter acesso às salas VIP nos aeroportos

Como ter acesso às salas VIP nos aeroportos?

Amamos viajar mas não podemos negar que a rotina de aeroporto é muito cansativa, não é mesmo? Filas para check-in, controle de segurança, horas de espera e muitas vezes os inesperados atrasos.

Com isso acabamos por pagar caro por bebidas e comidas e tudo fica ainda mais complicadao quando você viaja com criança.

A boa notícia é que essa vida de aeroporto não precisa ser tão desgastante e podemos até ter um pouco de privacidade e conforto. Uma boa forma de já entrar em clima de férias.

Como ter acesso às salas VIP nos aeroportos

Desde que descobri o caminho das salas VIP (VIP Lounge) dos aeroportos que não quero saber de outra coisa. (rs) Comidinhas, bebidas, chuveiros, wifi gratuito, as vezes até cama para descansar de verdade, entre outros mimos.

Sempre que mostro minhas visitas às salas VIP nos Instagram Stories @viajarpelaeuropa recebo muitas dúvidas sobre como ter acesso à essas salas. Então chegou a hora de esclarecer todas elas. 🙂

Primeiramente devo dizer que a forma mais comum de ter acesso à sala VIP é viajar de primeira classe, business ou econômica premium mas também existem outras formas e é sobre elas que venho te contar.

Como ter acesso às salas VIP nos aeroportos?

Cartão de crédito: Em alguns aeroportos você pode ter acesso a algumas salas VIP através do cartão de crédito. Cada sala é associada a um cartão de crédito e você só vai ter acesso, mesmo se tiver que pagar uma taxa, se tiver o cartão de crédito aceito naquela sala específica.

Nessa opção cada aeroporto e cada sala VIP terá suas próprias regras.

como ter acesso às salas vip nos aeroportos

Ter status no seu programa de milhas: As próprias companhias aéreas têm salas disponíveis para viajantes que tenham status nos programas de milhas.

Atualmente participo do programa Eurobonus, da companhia aérea SAS, que também faz parte da Star Aliance, uma rede que com conta com 28 companhias aéreas.

O programa Eurobonus tem diferentes status: silver, gold e diamond e a partir do status gold você tem sempre acesso às salas VIP ao viajar de SAS, mesmo que seja de classe econômica.

Como ter acesso às salas VIP nos aeroportos

Minha sugestão é que você escolha um programa de milhas da companhia aérea que você mais utiliza e sempre que possível viaje com essa companhia para assim juntar pontos e conseguir status. Isso leva algum tempo mas com certeza vale a espera.

#DicasdaGi: se você mora na Escandinávia super recomendo o programa Eurobonus da SAS. Para fazer parte do programa  é gratuito e você faz sua inscrição online para receber o seu número de membro.

Posso contar mais sobre o programa Eurobonus em um outro post. 😉

Ter um amigo que tem status: se você viaja com um amigo que tem status gold saiba que ele pode levar um convidado a sala VIP gratuitamente. Geralmente funciona assim em (quase) todas as companhias aéreas.

Como ter acesso às salas VIP nos aeroportos

Além disso, a outra boa notícia é que também existem fóruns na Internet para troca de ideias sobre programas de milhagens e inclusive muitos membros se disponibilizam a convidar outros passageiros, que participam do mesmo fórum, para acessarem às salas VIP.

Para isso claro que você tem que descobrir quem vai estar no mesmo aeroporto e horário que você no dia da sua viagem.

Na Suécia, eu participo do forum do Business Class, nesse forum é comum os viajantes pedirem para serem convidados para as salas VIP.

Leia também: Suécia coloca o país inteiro para ‘alugar’ no Airbnb

Comprar o Priority Pass: um cartão que permite acesso a mais de 1000 salas em aeroportos ao redor do mundo. O cartão tem uma taxa anual e oferece 3 diferentes planos de adesão:

  • Standard: taxa anual de U$99 com taxa de visita fixa de U$27 para associados e de U$27 para convidados.
  • Stantard plus: taxa anual de U$249 com 10 visitas gratuitas e após exceder o número de visitas paga-se U$27 por visita.
  • Prestige: taxa anual de U$399 sem limites de visitas e um custo de U$27 para convidados.

Vale lembrar que alguns cartões de crédito oferecem o Priority Pass gratuitamente. No Brasil os bancos que oferecem Priority Pass são: Santander, Porto Seguro e HSBC.

Pagar uma taxa pela visita: Existe um aplicativo chamado Lounge Buddy que disponibiliza uma lista de  VIP lounges pelo aerportos do mundo e através dele você pode obter reviews das salas, verificar valores e até mesmo comprar o acesso.

Na verdade, acho que vale a pena pagar essa taxa, sabe? Pois comer/beber em aeroporto não é barato e na sala VIP esse ítens estarão inclusos nessa taxa. Além disso você terá um pouco mais conforto em um ambiente mais exclusivo.

Como ter acesso às salas VIP nos aeroportos

Concluindo, essas são as maneiras que eu conheço e acho mais viáveis de ter acessos às salas VIP dos aeroportos sem viajar de primeira classe.

Gostou das dicas? Deixe seu comentário! Vou adorar saber o que você achou. 😀

Sites oficiais:  Business ClassEurobonus; Priority Pass

Créditos: Algumas fotos desse post foram retiradas do website da sala VIP The Loft by Brussels Airlines, uma das melhores salas VIP que já visitei.

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Suécia no Airbnb

Suécia é o primeiro país a estar inteiro disponível no Airbnb

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Suécia no Airbnb, como assim?

Na Suécia a natureza não é apenas um pedaço de terra com árvores, lagos e falésias – as áreas verdes do país podem ser consideradas como uma “casa” com todas as comodidades que qualquer habitação deve ter.

Suécia no Airbnb

Foto por: Fredrik Broman/imagebank.sweden.se

É um lugar onde você pode colher os deliciosos “berries” no verão ou os exóticos cogumelos no outono, você pode dormir sob as estrelas ou sob a incrível Aurora Boreal, pode nadar nos lagos e circular livremente.

Para tornar esta “casa” disponível para todos, a Suécia anunciou o país inteiro na Airbnb.

Leia também: Onde ver a Aurora Boreal na Suécia

Suécia no Airbnb

Foto por: Lola Akinmade Åkerström/imagebank.sweden.se

A Suécia no Airbnb

Para entender a campanha precisamos falar sobre o Allemansrätten – ou Direito de Acesso Público (em tradução livre) – é um princípio protegido pela lei sueca que dá a todas as pessoas o direito de circular livremente na natureza do país.

Leia também: 9 motivos para você amar Estocolmo

Na Suécia você tem o direito de  fazer caminhadas, andar de bicicleta, esquiar e acampar em qualquer lugar, com exceção de propriedades privadas ou terras cultivadas.

Suécia no Airbnb

Foto por: Kristiina Kontoniemi/Folio/imagebank.sweden.se

Com este direito também vêm as responsabilidades. Você se torna responsável por cuidar da natureza e da vida selvagem e deve mostrar respeito e consideração pelos proprietários de terras e por outras pessoas que apreciam o campo. A Agência Sueca de Proteção Ambiental (EPA) resume o Direito de Acesso Público na frase “Não perturbe – Não destrua.”

Suécia no Airbnb

Foto por: Niclas Vestefjell/imagebank.sweden.se

Resumindo, o Direito de Acesso Público permite ao cidadão sueco a oportunidade de usufruir de tudo que a natureza do país disponibiliza.

Para espalhar a palavra e dar às pessoas de todo o mundo a oportunidade de experimentar esse Direito, a Suécia resolveu anunciar o país inteiro na Airbnb. Bacana, né?

 

Suécia no Airbnb

Foto por: Helena Wahlman/imagebank.sweden.se

De acordo com a lei de Livre Acesso você tem permissão para usufruir de qualquer terra, a uma distância imediata de 70 metros de uma casa privada ou terras cultivadas.

Seguindo esses requisitos você  pode acampar; fazer fogueiras; colher flores, cogumelos e berries; nadar nos lagos; acessar qualquer praia, desde que não estejam em residências particulares, e também é permitido pescar.

Leia também: A Suécia é oficialmente o melhor país do mundo, diz estudo.

Suécia no Airbnb

Foto por: Henrik Trygg/imagebank.sweden.se

Curiosa que sou, já fui verificar no Airbnb como o anúncio funciona na prática e  achei a campanha incrível. Diversas ilhas, arquipélagos e até florestas estão anunciadas no site de aluguel de hospedagem.

Fiquei surpresa porque mesmo morando na Suécia a mais de 4 anos descobri vários lugares que nunca tinha ouvido falar e que já estou super curiosa para conhecer.

Como por exemplo a Sandön (Ilha de Areia), uma ilha localizada na costa oeste do país, próxima a cidade de Gotemburgo. Um destino popular para turistas e nativos por conta de suas piscinas naturais, paredões que parecem esculturas e aves exóticas.

suécia no Airbnb

No anúncio do Airbnb reforça-se que o hóspede dever ser cuidadoso e respeitar a natureza do local.” As coisas que você deixa para trás são apenas os seus passos e as coisas que você leva são as memórias”.

Agora aperta o play e veja o belo video da campanha da Suécia no Airbnb.

E você, o que achou de encontrar a Suécia no Airbnb?

Fontes: Suécia no Airbnb

Freedom to Roam

Land of the free

As fotos desse texto foram retiradas do site Image Bank Sweden

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5 motivos para você incluir Creta na sua viagem pela Grécia

Descubra porque a ilha de Creta é uma visita imperdível na sua viagem pela Grécia!

Geralmente uma viagem à Grécia começa pela capital Atenas, já que na maioria das vezes é mais viável encontrar voos para lá. Mas acredito que uma viagem à Grécia não estaria completa sem uma visita a algumas das ilhas do país.  Ainda mais em se tratando de Creta, a maior ilha da Grécia, habitada desde a pré-história e que mantém até hoje seu caráter bucólico.

O lugar é tão pitoresco que parece que somos transportados de realidade.

5 motivos para incluir Creta na sua viagem pela Grécia

1- Um paraíso perfeito para se desconectar

Visitar Creta é um verdadeiro retiro; a ilha é um verdadeiro recanto onde podemos experimentar uma vida sem o barulho do trânsito nem a perturbação das atualizações das redes sociais nos telefones, até porque apenas pontualmente  encontramos wi-fi nos restaurantes e em outros estabelecimentos.

Balos Lagoon

Para mim o encanto da ilha é justamente se desconectar e se dar ao luxo de aproveitar a natureza acompanhado por um bom vinho e pela simples e deliciosa comida grega.

2- Comida deliciosa e saudável

Um dos pratos mais apreciados da Grécia é a famosa salada grega, preparada com tomate, azeitonas, pepino e queijo feta, levando azeite e orégano como temperos. À primeira vista parece muito simples, mas os ingredientes frescos, produzidos na própria ilha, conferem a ela um sabor inigualável.

 

Você vai esquecer que já experimentou qualquer um desses ingredientes. Além de delicioso é super saudável.

Leia também: Onde se hospedar em Creta

3 – As praias mais parecem piscinas

Águas cristalinas, com ótimas temperaturas, quase sem ondas e não ficam muito cheias mesmo na alta temporada. Tudo mais que perfeito para aproveitar o verão na Grécia.

Viagem pela Grécia

4 – Os jantares mais parecem festas

Em Creta temos a possibilidade de participar de jantares  dançantes: música ao vivo, dança folclórica e os bailarinos sempre te convidam você a fazer parte do show. Em poucos minutos, o menor dos restaurantes se torna uma animada pista de dança.

Viagem pela Grécia

Para mim um dos momentos mais inesquecíveis das viagens para Grécia.

5 – A Ilha é enorme e tem atividade para todos os estilos 

Quando se viaja para uma ilha podemos pensar que o tédio pode tomar conta depois de alguns dias “apenas” entre praias e piscinas. Mas em Creta é possível fazer diversos tipos de atividades: de aventura a passeios culturais ou atividades de aprendizado.

Viagem pela Grécia

Eu já fiz mergulho, passeio de barco e trekking para visitar ruínas da Grécia antiga. Impossível não encontrar em Creta atividades que agradem a todos. 😉

Agora me conta, o que mais te encanta em uma viagem pela Grécia?


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Sobre Miami

10 coisas que você precisa saber sobre Miami

Faz poucos dias que cheguei mas já tenho as minhas primeiras impressões sobre Miami.Não tenho feito muitos passeios culturais como museus e outras atrações pois o motivo dessa viagem é aproveitar os dias de sol, já que o verão não que nem saber de chegar a Suécia, se é que entendem, e também estou aproveitando para descansar.

Por isso estamos passando nossos dias entre a praia e piscina e posso dizer que estamos adorando.

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Minhas primeiras impressões sobre Miami

1 – Miami é a capital latina dos Estados Unidos

Sempre ouvi dizer que Miami tem uma grande comunidade latina e que muitos brasileiros escolhem viver na cidade mas nunca imaginei a proporção dessa informação. Desde que cheguei aqui tenho falado mais espanhol que inglês, aliás todos os lugares tem atendentes que falam o espanhol e segundo a BBC News quase 70% da população de Miami é formada por latinos.

2 – A água do mar é quentinha

Se o motivo das férias é aproveitar a praia acho que vale dizer que a água do mar em Miami já está quentinha na metade do mês de maio.

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3- A comida mais famosa de Miami é comida cubana

Segundo algumas revistas locais Miami é famosa pela comida cubana mas o que não falta por aqui são boas opções de restaurantes de comida latina. Até agora experimentamos mexicana, peruana além de bons hambúrgueres e comida cubana. Estou adorando fazer esse passeio pela culinária da América do Sul em uma só cidade.

4 – O outlet mais famoso é o Dolphin Mall

O Dolphin Mall é o maior outlet de Miami e fica localizado a cerca de 30 minutos de carro de Miami Beach. O local tem mais de 240 lojas com descontos e cerca de 30 restaurantes. Ainda não fui lá mas está no roteiro do fim de semana.

5 – A  Ocean Drive é muito barulhenta

A Ocean Drive, avenida próxima as praias da região de Miami Beach é daquelas avenidas típicas de cidades de praieiras: lotada de bares, restaurantes e muito barulho.

Aqui todos os bares tocam música alta, uma música diferente em cada um e, dificilmente você vai passar pelas calçadas sem que um garçom quase te pegue pelo braço para te oferecer uma mesa. (rs) É uma grande aventura andar por ali.

Sobre Miami

6 – Estacionamento é caro

A cidade é bem grande e provalmente alugar carro é quase inevitável porém vale lembrar que mesmo os hotéis cobram pelo estacionamento e não é barato.

7 – O transporte mais viável é o Uber

Estamos sobrevivendo sem carro em Miami por 5 dias, na maior parte do tempo fazemos nossos passeios andando, até por isso que ficamos em hotéis diferentes durante a viagem addim ficamos mais próximos aos locais que pretendemos visitar e quando necessário recorremos ao Uber.

Desde que chegamos já nos hospedamos no Hotel Mandarin Oriental no Brickell, no Hotel Astor em Miami Beach, vamos passear em Key West, onde nos hospedaremos no Hilton Garden e nossas últimas noites em Miami vamos ficar no  Hotel Intercontinental Miami.

8 – A cidade tem transporte público gratuito

Uma das coisas mais interessantes que achei em Miami até agora foi o metromover, um metro que circula pelo centro da cidade, que na verdade lembra aqueles vagões que transportam passageiros de um terminal a outro em aeroportos, sem condutor e ainda é gratuito. Achei o metromover uma graça!

9 – Imposto em Miami

Nos Estados Unidos o imposto é diferente em cada estado. A Flórida é o décimo estado com as menores taxas  do país e em Miami o imposto para compras é de 7%.

10 – Os bares e restaurantes oferecem descontos no happy hour todos os dias

Todos os dias, entre as 16h e 19h os bares e até mesmo alguns restaurantes de Miami, oferecem descontos nas bebidas. Uma ótima pedida para experimentar alguns coquetéis na cidade e economizar um pouco. hehe

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Estou mostrando nossa viagem por Miami no Instagram Stories @viajarpelaeuropa. Adicione e acompanhe nossas dicas e aventuras em tempo real. 🙂

E você, tem alguma dica sobre Miami?

Fontes: BBC News

States in America with the lowest taxes

Entenda como funciona o imposto para compras em Miami


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Biquini

Meus biquinis favoritos para o verão na Europa

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O verão é a estação mais esperada do ano na Europa. Depois de meses no frio, andando por aí de casacos e botas pesadas, ficamos todos a espera da primeira oportunidade para colocar roupas de banho e aproveitar as praias lindas do continente.

Balos Lagoon

Leia também: Balos Lagoon, a praia mais linda de Creta, na Grécia

E aí que nós brasileiras enfrentamos um pequeno “problema”. Temos um gosto diferente das europeias quando se trata de biquinis. E nem sempre é fácil encontrar pela Europa modelos parecidos com os quais estamos acostumadas no Brasil. Falo por experiência. =)

Até mostrei minha saga em busca de um biquini para trazer para nossa viagem a Miami no Instagram Stories @viajarpelaeuropa. Então resolvi dividir aqui o meu “achado”, a marca de roupas de praia Panos Empório.
biquini

Panos Emporio é uma marca sueca, que está a mais de 30 anos  no mercado e tem uma proposta bem interessante. Além do foco em inovação e na qualidade do material utilizado nas peças, apresentam uma grande variedade modelos que atendem a praticamento todos os estilos e gostos.

Vale dizer que a marca disponibiliza roupa de praia para o público feminino, masculino e também infantil.

Leia também: Meander, uma revolução na moda praia masculina

Se você já acompanha o Instragram @viajarpelaeuropa deve ter reparado que tenho usado bastante os biquinis Panos Emporio e estou amando. As peças foram um verdadeiro xodó na minha best prom dresses  e agora estão me fazendo companhia aqui em Miami.

Outro detalhe que me chama muito a atenção nas peças da marca Panos Emporio são as cores. As coleções sempre apresentam cores vibrantes e muitas estampas. Adoro cores que se sobressaem com o bronzeado do verão. 😀

biquini

No momento estou super apaixonada com maiôs, e o modelo Zöe, da nova coleção da marca provavelmente será minha próxima aquisição. Amei esse corte, com detalhes na na barriga e cintura. Acho que super combina com o verão na Europa.

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E você, tem alguma dica de marca de biquini na Europa?

Site oficial: Panos Empório


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perrengues de viagens

Os perrengues de viagens que toda mãe viajante já passou

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É impossível voltar de uma viagem sem alguns perrengues na bagagem. Quando se viaja com criança então, imprevistos acontecem a cada 30 minutos. Comida que cai na roupa, a criança que tem vontade de ir ao banheiro em horas impróprias, atrações e restaurantes sem preparo para atender famílias.

Em viagens com crinças tudo pode acontecer.

Selecionei aqui os perrengues de viagens que toda mãe viajante já passou

Quando você quer dormir até mais tarde, porque afinal, está de férias, mas a criança ainda não entendeu isso.

Quando a estação de metro não tem escada rolante ou elevador e você tem que subir tudo carregando o carrinho com a criança dentro.

Quando do nada seu fillho corre no meio da multidão e você tem que ser ninja para não perder a criança!

Quando você pensa que a criança dormiu e que vai finalmente vai poder fazer passeios menos infantis, mas era só alarme falso.

Leia também: 6 imagens que provam que viajar com criança vale a pena

Quando depois de um dia exaustivo, carregando a criança, o carrinho, parando no meio dos passeios para trocar fraldas e visitar parquinhos você ainda tem que lidar com o olhar de julgamento das pessoas porque seu filho está assintindindo iPad ou brincando no telefone no restaurante.

Quando a criança finalmente dorme e você pensa que vai aproveitar a night!

Expectiva!

Realidade!

A verdade é que mesmo com todos esses perrengues de viagens amamos viajar com nossas crianças e depois que o aperto passa a gente até se diverte. hahaha

Por aqui estamos de malas prontas pra o próxima aventura. Siga nossa viagem pelo Instagram @viajarpelaeuropa para não perder minhas dicas inusitadas para resolver os perrengues e se divertir nas viagens.

Leia também: Como foi o meu parto na Suécia

 

 

 


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6 imagens que provam que viajar com criança vale a pena!

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Fotos de viagem são as memórias palpáveis que trazemos dos lugares que visitamos, certo? E algumas delas carregam muito significado.

Desque que comecei a viajar com minha filha as viagens mudaram um pouco. Hoje preciso de mais tempo para planejar, não posso mais visitar 4 países em 15 dias e a escolha dos destinos também leva em consideração a idade e segurança da Nicole.

De forma geral não deixo de visitar praticamente nenhuma atração por conta dela mas alguns passeios  ficam bem mais difíceis com uma criança, é verdade.

Já pensou a dificuldade de subir a Acropoli de Atenas carregando uma criança de 10 ou 15kg nas costas nos 35 graus do verão da Grécia? A parte boa é que eu nem preciso de academia depois, não é? (rs)

Para mim esses pequenos perrengues são apenas detalhes quando penso no aprendizado de vida que estou transmitindo para minha filha: o respeito pelas diferenças culturais, pela natureza e empatia com tudo que for difente da realidade que ela vive.

Veja as fotos de viagem que provam que viajar com criança vale a pena

1- A inocência diante de fenômenos da natureza

“Mamãe, está chovendo em mim”. Falando da água da cachoeira em uma viagem pela Islândia.

fotos de viagem

2 – A alegria de experimentar um prato ou guloseima típica pela primeira vez e amar!

Sobre o pastel de nata no Porto. “Mamãe: esse é gostoso”.

fotos de viagem

3- Esse olhar de admiração e respeito pela natureza

Poucas coisas no mundo fazem uma criança de dois anos ficar parada por mais de 10 segundos. A paisagem do Douro Vinhateiro, em Portugal, conquistou a atenção da Nicole por horas.

fotos de viagem

4- O carinho que ela recebe dos meus amigos pelo mundo

“Mamãe, eu quero viajar para ver seus amigos”. Sempre que falo em viagens ela me pergunta se vamos encontrar meus amigos.

fotos de viagem

5- A cumplicidade entre mãe e filha

Durante um passeio e outro ela sempre para dizer que me ama. Sem contar que me agradece por pequenas coisas, de forma espontânea, e isso mostra o quanto ela está feliz e aproveitando cada momento. Esse carinho não tem preço!

fotos de viagem

6- O aprendizado que ela traz para a vida

“Mamãe, é legal mas é quente, né? Não pode chegar perto”. Explicando sobre o geiser,  as nascentes termais que entram em erupção periodicamente na Islândia, lançando uma coluna de água quente e vapor ao ar.

fotos de viagem

Estou sempre mostrando nossas aventuras pelo mundo no Instagram @viajarpelaeuropa. Segue lá e acompanhe quase “ao vivo” nossas aventuras e dicas.

E você, também tem fotos de viagem que provam que viajar com crianças vale a pena?

 


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mães que viajam

Perfis de mães que viajam no Instagram para você seguir agora

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Se tem uma coisa que me inspira a viajar com minha filha é seguir no Instagram perfis de  mães que viajam. Acho super gratificante ver que cada vez mais mulheres estão colocando o pé na estrada com os filhos e provando que é completamente possível viajar com os pequenos de forma descomplicada.

Se você já acompanha meu Instagram @viajarpelaeuropa  já viu que a Nicole (de 2 anos) vai comigo para todos os lados.

Juntas já estivemos aos pés de um dos vulcões ativos mais temidos da Europa, o Eyafallajlökull, na Islândia; já viajamos para lugares exóticos, como Macau e Hong Kong; e exploramos capitais frenéticas como Nova York e Tóquio. E já estamos de malas prontas para a próxima viagem.

Aproveita e siga agora e fique por dentro de todas as nossas aventuras.

Por falar em não perder aventuras, fiz uma seleção de perfis de mães inspiradoras que traduzem o que realmente penso sobre viajar com criança: essa é uma tarefa que exige planejamento mas que não é um bicho de sete cabeças.

Veja agora perfis de mães que viajam para você se inspirar

Natália Itabayana, do blog Destino Provence, mora em Provence na França, mas está sempre na estrada com o pequeno Victor de 1 ano e 7 meses. No momento eles estão em Vancouver, no Canadá.


Sut-Mie Guibert, autora do blog Viajando com Pimpolhos, tem 2 filhas e com elas está sempre viajando por aí. Chile e Foz do Iguaçu estão na lista das viagens recentes.

Marina Vidigal Brandilene mora na Califórnai, EUA, é autora do blog Ideias na Mala e mãe do pequeno Tom. No momento a família está aproveitando a Disney.

Ana Paula, autora do blog Ana de Amsterdam, vive em Amsterdam e  tem 3 filhos. No blog compartilha sua vida de mãe na Holanda, receitas e as viagens incríveis que faz com as crianças.

Leia também: 9 dicas infalíveis para você conseguir mais seguidores no Instagram

Priscila Vergara, autora do blog Viaje em Família, tem experiência como viajante mirim, já que fez uma viagem de volta ao mundo aos 13 anos de idade. Hoje leva o filho de 9 anos em suas viagens pelo mundo.

Luiza Ferrari, autora do Blog London Sô, mora na capital inglesa e viaja o mundo levando sua filha ainda bebê.

Luciana Misura, autora blog Amo Cruzeiro Disney, mora no Texas, tem 2 filhos e mostra de uma forma bem descontraída a vida das crianças viajantes.


Adriana Miller, autora do blog Dri Everywhere e mãe da Isabella de 4 anos e do Oliver de 1 ano. Inspira outras mães a viajarem de forma descomplicada até para lugares exóticos como o Qatar.

Aline Lickel, autora do blog Ali San Francisco, faz viagens de aventuras com sua bebê. Recentemente fizeram hiking no belíssimo Yosemite Park na Califórnia.

E você, também conhece uma mãe viajante que inspira com suas viagens no Instagram?


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parto na suécia

Cinco de agosto – relato do meu parto ba Suécia

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Nunca pensei que iria abrir meu coração de tal forma para falar sobre esse momento tão íntimo da minha vida. Mas acredito que o relato dessa experiência possa ser útil para você que está grávida ou pretende ter filho na Suécia.

Esse texto não terá fotos porque infelizmente minha gravidez não foi nada digna de editorial de revista. A realidade foi bem diferente…

Antes de falar do parto em si vou fazer um resumo dos meses da minha gestação, pois foi essa preparação que levou ao tipo de parto que eu escolhi no final das contas.

Relato do meu parto na Suécia

O primeiro filho traz muitas dúvidas e medos para a vida de uma mulher, e essas incertezas tomam proporções ainda maiores quando moramos “longe de casa”. Por isso é importante saber como “as coisas funcionam” no país onde moramos.

Na Suécia, o pré-natal é gratuito e feito no centro de saúde. Durante esse período temos o acompanhamento de uma enfermeira obstétrica. Aqui só vamos ter consulta com o médico propriamente se tivermos alguma complicação na gravidez.

O que faz todo sentido, já que gravidez em si não é doença, não é mesmo? As enfermeiras são preparadas para dar todo suporte necessário no pré-natal, até mesmo encaminhar para o médico se for necessário. Mas não são médicas.

Eu descobri que estava grávida bem no início da gestação, com apenas 3 semanas. Isso porque tive enjoos logo no início e assim foi até o 4º mês de gravidez. Comecei o meu acompanhamento no centro de saúde com a enfermeira (barnmorska em sueco) e depois fui encaminhada para a médica quando os enjoos pararam e deram lugar a uma terrível dor na região pélvica.

Nesse período descobrimos que eu tinha disfunção da sínfise púbica (foglossning), nome complicado que resumindo é uma dor pélvica muito comum na gravidez. Essa dor surge devido à pressão exercida pelo peso do bebê e ao desalinhamento e relaxamento das articulações da bacia. Geralmente a dor pélvica acontece no último trimestre de gestação, mas no meu caso começou no início do segundo, e as dores foram apenas complicando durante os meses. Ao ponto de eu andar de muletas e na maioria das vezes nem poder caminhar.

Além das dores em si, fiquei muito triste nesse período, principalmente porque por conta dessa disfunção eu tinha mais de 70% de chance de ser encaminhada para um parto cesário e eu não queria isso. Não era uma questão de orgulho ou para provar nada para ninguém, mas porque mesmo antes de pensar em ter filhos eu acreditava que o parto normal é a maneira mais natural de trazer um filho ao mundo. Além disso é o parto que tem mais vantagens para a saúde da mãe e do bebê.

Mas o fato é que eu passei meses com intensas dores na costas, que duram até hoje para falar a verdade, e eu passei minha gravidez praticamente toda fechada em casa.

Finalmente chegou o dia previsto para o nascimento da minha filha e nada aconteceu. Passou uma semana e nada. Eu tinha mais uma consulta marcada com minha enfermeira, uma consulta que fica agendada caso a criança não tenha nascido na data prevista.

Cheguei ao centro de saúde  nessa consulta extra e ao me ver a reação da enfermeira foi: “eu não esperava te ver aqui hoje”. Minha resposta foi o choro. Eu não aguentava mais estar grávida, morrendo de dores, sem poder sair de casa. Passei a consulta inteira chorando. Eu não queria nem ouvir quais eram os passos a seguir.

Na Suécia, em uma gravidez normal, esperariam até a semana 42 para só então fazer alguma intervenção que pode ser a indução do parto ou a cesárea. Depende de cada caso. Eu não estava preparada fisicamente nem psicologicamente para esperar mais mas também não queria “apelar” para a cesárea.

Nesses 15 dias que faltavam até a semana 42, o plano era: ultrassom para conferir se estava tudo bem com o bebê, mais uma consulta com a doula e por fim o encaminhamento para o hospital quando o “prazo” terminasse. Mas eu não aguentava mais. Então a doula atendeu meu pedido e ligou para o hospital para pedir uma intervenção.

Foi aí o início do meu parto humanizado. Parto que só tem intervenção médica quando for necessário para a saúde da mãe e do bebê e que respeita a vontade da grávida. E eu disse desde o início que só faria a cesárea em último caso.

Assim marcaram minha primeira visita ao hospital durante toda a gravidez. Era uma sexta-feira. Nessa consulta verificaram os batimentos cardíacos do bebê, fizeram o exame de toque e marcaram o dia para a indução do meu parto, que seria na segunda-feira seguinte. A esperança era de que as contrações começassem naturalmente durante o fim de semana.

Mas nada aconteceu…
Dia 4 de agosto de 2014, segunda-feria, cheguei ao hospital as 10horas da manhã. Nesse dia eu estava feliz da vida. Finalmente eu iria ver a minha filha e parar de sofrer de dores nas costas. Ah! Minha mãe também tinha chegado do Brasil e passaria um mês comigo. O que me deixou mais tranquila. 😀

Ao chegar ao hospital  a grande surpresa foi que, apesar de não ter sentido nenhuma contração no fim de semana, eu estava com 4cm de dilatação. O que também não quis dizer nada. Pois da hora que cheguei ao hospital até o nascimento da Nicole em si, passarem-se 23horas.

Fui encaminhada para o quarto onde eu ficaria até chegar o momento de ser levada para a sala de parto. Nesse quarto as enfermeiras/doulas faziam o monitoramento dos batimentos cardíacos da Nicole e também me davam o medicamente que induziria o parto.

Tomei a primeira dose do remédio. Horas se passaram e nada de contrações. Depois de outra dose… Nada de contrações ou dilatação.

Eu conversava com minha família e amigos no Whatsapp e brincava. “Tirando a velha dor nas costas nenhuma novidade. Esse forninho está tão bom que minha filha não quer saber de sair de dele”. Haha Era a piada do desespero.

Mais de 10 horas se passaram desde que dei entrada no hospital até que as 21:30 o bicho pegou. Comecei a sentir toda a dor das contrações de uma só vez.

Vale lembrar que na Suécia os pedidos da parturiente são atentidos e se algo não estiver de acordo com o que você espera eles devem fazer o possível para atender suas vontades. Outra coisa importante: o parto não será feito pela enfermeira que acompanhou seu pré-natal, e muito provavelmente a equipe vai mudar de turno se o seu parto for bem demorado, como foi o meu caso. Não é como no Brasil que geralmente o parto é feito pela médica(o) que fez o pré-natal.

Para mim isso não foi nenhum problema. Todas as doulas/enfermeiras que passaram por mim foram super atenciosas e gentis. Exceto uma delas, que na verdade nem foi rude, mas agia de uma forma mais fria, diferente das outras que foram carinhosas o tempo todo. Eu não gostei e nessa hora já estava dominada pelos hormônios e pela dor. Então eu me tranquei no banheiro e pedi ao Daniel que resolvesse o caso.

Ele gentilmente conversou com outra enfermeira da equipe que, sem questionar os motivos pediu para que a pessoa em questão saísse do meu quarto. E eu não tive mais nada do que reclamar.

Quero dizer… Exceto a demora para chegar finalmente a ser anestesiada.
Sim, porque na hora que a dor ficou realmente insuportável eu pedi a epidural. Eu queria parto normal mas nunca fui contra anestesia. Acho importante dizer que mesmo sendo a favor do parto normal devemos respeitar nossos limites. Minha dor nas costas junto com as contrações eram insuportáveis. Então, mesmo sabendo que a anestesia leva a um atraso no processo natural do parto eu quis ser anestesiada.

Só que a equipe da anestesia levou quase duas horas para chegar ao meu quarto, porque justo nesse dia o hospital estava com super-lotação de partos e acidentes. Nessa longa espera eu tive que me contentar com o tal “launghing gas”, o gás feliz, utilizado para aliviar as dores das contrações.

Eu fiquei tão desorientada com a dor e com o efeito desse gás, que ria descontroladamente. Tanto que o Daniel me perguntou: “tá doendo ou você está se divertindo”? E filmou a cena, claro. rs
Bom, quando a anestesista finalmente chegou eu me mexia tanto que a primeira tentativa de aplicar a anestesia falhou.

Ela perguntou: você quer que eu tente de novo? Obvio que sim, eu disse. Imagina! Aquela agulha não era nada perto das contrações. Logo a epidural funcionou  como um passe de mágica e eu virei um ser humano novamente. rs

E assim passamos a madrugada. Doses de anestesia, “gás feliz”, ginástica na bola de pilates, exercícios de respiração. Tudo isso em meio a uma mistura de sentimentos: emoção, medo, dor, ansiedade.

Até que chegou a enfermeira com a notícia esperada. “Está na hora”! A partir dali foram 40 minutos do processo de respira, faz força, empurra e faz tudo isso outra vez…

As 09:05 da manhã, do dia cinco de agosto de 2014, vi pela primeira vez a carinha da minha filha. E é realmente inexplicável a sensação de carregar um filho nos braços pela primeira vez. O mundo para. A dor desaparece. Parece que entramos em outra dimensão. Um momento muito mágico!

*****

O êxtase durou pouco tempo, pois tive uma complicação logo a seguir ao parto e fui encaminhada para uma sala de cirurgia. Nessa hora eu tive muito medo, sabe? Fui separada da Nicole apenas 6 minutos depois do seu nascimento. Mas eu senti que se algo acontecesse comigo eu tinha cumprido essa missão. Minha filha era perfeita e saudável e tinha um pai cuidadoso e minha mãe estava ali para apoiar no que fosse preciso.

Mas graças ao profissionalismo da equipe que cuidou do meu parto e pós-parto, poucas horas depois estávamos juntas novamente e eu já caminhava, quase sem dores nas costas com minha filha nos braços. <3

Hoje tenho a certeza de que tomei todas as decisões corretas. Ficamos bem e saudáveis e voltamos para casa 3 dias depois. Tive todos os meus desejos respeitados, fui bem acolhida e vou ser sempre uma defensora do parto humanizado.

Resolvi relatar minha história depois de tanto tempo para mostrar que não existe uma verdade absoluta, não existe um parto igual ao outro e nenhuma experiência será igual a outra. Mas acho que devemos nos informar, questionar imposições e nunca pensar que nossas dúvidas de mãe de primeira viagem são “coisas bobas”.

A blogueira Lu Ferreira, do blog Chata de Galocha, relatou sua mudança de médico quando descobriu a alta taxa de partos cesáreos feitos pela médica dela, na época já com 24 semanas de gravidez. Vale a pena ler a história dela aqui e também se informar sobre seus direitos.

Se você gostou desse tema e gostaria que eu falasse mais sobre ser mãe na Suécia deixe suas perguntas e sugestões aqui nos comentários. Vou adorar!

Acompanhe minhas aventuras de viagens com a Nicole e a vida na Suécia pelo Instagram @viajarpelaeuropa

E muito obrigada por ter acompanhado nossa história até aqui. 🙂


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viajar com criança

As 5 dicas mais polêmicas para você que vai viajar com criança pequena

Viajar com criança pequena não precisa ser nenhum bicho de sete cabeças. Depois de mais de 2 anos de experiência, viajando com minha filha, desenvolvi algumas técnicas que previnem alguns dramas dessa vida de mãe-viajante. 🙂

Algumas dessas dicas podem ser polêmicas a primeira vista. Mas acredite, elas funcionam e foram todas testadas por mim.

Viajar com criança pequena – Dicas polêmicas para você testar na sua próxima viagem

1 – Tenha um bolsa ou cinto com “coleira”
Muitas pessoas torcem o nariz quando me veem segurando a cordinha da mochila da Nicole. Mas eu prefiro passear com essa segurança do que correr o risco de perder minha filha no centro de alguma cidade grande pelo mundo.

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2 – Ensine a criança a descarcar ovo cozido
Você já pensou em ter 20 minutos de paz para tomar seu café da manhã tranquilamente, sendo mãe de criança pequena?

Pois dessa forma, além de se sentir útil, a Nicole se distrai descascando ovo e nós temos tempo para apreciar os deliciosos cafés-da-manhã dos hotéis sem pressa. rs

3- Faça com que sua filha(o) participe da programação da viagem
A Nicole pode decidir os brinquedos que pretende levar na mala, o lanchinho para o avião e até mesmo as roupas que gostaria de vestir na viagem.

Claro que sempre supervisionada por mim. Acredito que dessa forma ela se envolve nos preparativos e fica mais animada no dia da viagem em si. Essa tática tem funcionado aqui em casa.

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Leia também:  O que fazer em Nova York com bebê de um ano

4 – Leve pequenos presentes para as viagens longas de avião
A questão aqui não é comprar a atenção da criança com coisas materiais. Mas encontrar uma alternativa para o tempo ocioso no avião. Abrir os presente e conversar sobre eles é uma ótima atividade para quando a criança não estiver dormindo.

Não é necessário comprar presentes caros. Na verdade o que eu faço é embrulhar as coisas que eu já iria levar para a viagem. Um lanche que ela gosta, caixinha de frutas secas, o protetor solar.

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5 – Deixe a criança provar qualquer tipo de comida
Uma das preocupações da mães-viajantes é sobre a alimentação das crianças nas viagens. Desde que aprendeu a comer que incentivo minha filha a experimentar comida de todos os cantos do mundo.

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Só evito oferecer comida apimentada e doces. Nos restaurantes ela geralmente come o mesmo que pedimos para os adultos. Até hoje não tive problemas com alimentação da Nicole nas viagens, mesmo em lugares mais exóticos com Japão, Hong Kong e Macau.

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Para finalizar minhas dicas de hoje sobre viajar com criança pequena,  nunca deixe que as pessoas te convençam que viajar com criança pequena é impossível.

Claro que as viagens exigem mais planejamento e a escolha dos destinos devem levar em consideração a idade da criança. Mas levar seus filhos para conhecer o mundo é possível, sim!

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E você, tem alguma dica para facilitar a vida de quem viaja com criança pequena?


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Gisele Almeida em O mundo segundo os brasileiros

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